O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição, elevou o tom contra os principais adversários na disputa pelo Governo de Mato Grosso. Em entrevista ao programa *Notícia de Frente*, da TV Vila Real, ele criticou a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e o senador Wellington Fagundes (PL).
Ao falar sobre Natasha, Pivetta questionou o discurso de renovação defendido pela candidata e citou a aproximação dela com o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (PSD). “Entrar na convenção de mão dada com Emanuel Pinheiro e se dizendo a nova da política? Você pode imaginar o novo que vem aí”, afirmou.
As críticas também atingiram Wellington Fagundes. Pivetta citou a longa trajetória do senador no Congresso Nacional e questionou quais seriam, na avaliação dele, as principais entregas do parlamentar para Mato Grosso.
“Um ficou quarenta anos no Congresso Nacional ou quase isso. Tem alguma lei ou projeto importante que tenha beneficiado o povo de Mato Grosso?”, provocou o governador.
Na sequência, Pivetta associou o senador ao atual funcionamento do Congresso e criticou mecanismos como as emendas Pix e o chamado orçamento secreto. “Ele ajudou a fazer esse Congresso Nacional que está sufocando o povo de uma maneira brutal com essa gastança de emenda Pix, orçamento secreto e tal. Ele é autor desse sistema”, declarou.
Em contraponto aos ataques, Pivetta destacou a gestão iniciada em 2019 pelo grupo político de Mauro Mendes (União). Para ele, sua candidatura representa a continuidade das ações implementadas nos últimos anos no Estado.
“Eu sou uma proposta e represento um modelo de gestão que desde 2019 vem trazendo Mato Grosso para um novo ciclo de prosperidade”, afirmou. O governador também disse que pretende avançar ainda mais nas ações caso conquiste um novo mandato.
“Se o povo e Deus quiserem, eu vou tocar mais quatro anos e fazer melhor e mais que fizemos”, completou. As declarações sinalizam um tom mais direto de Pivetta na disputa eleitoral, que também conta com Rafaell Milas (Missão), Sargento Laudicério (Agir) e Maurício Coelho (Mobiliza).


































