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Resultados concretos da parceria entre Congresso e Marinha.

ENTREVISTA (em vídeo) & REPORTAGEM DA SEMANA | PAUTA TRABALHISTA & PRESENÇA NAVAL

“Faço questão sempre de estar aqui na Comissão de Defesa, defendendo ações como essa que vem ao encontro, principalmente, da melhoria da qualidade de vida da população brasileira”, comentou Fagundes. (Foto: Humberto Azevedo / RDM)

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Senador mato-grossense defende cautela no fim da 6X1 e destaca papel social da Marinha

 

Wellington Fagundes, pré-candidato ao governo de Mato Grosso, cobra garantia de emprego e renda para a aprovação da medida e elogia exposição “Soberania Começa no Mar” revelando parceria de “longa-data” com a Marinha.

 

Por Humberto Azevedo

 

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou, em entrevista exclusiva à reportagem do Grupo RDM, que o debate sobre o fim da escala 6X1 no Senado precisa ser conduzido com responsabilidade, evitando politização partidária neste ano eleitoral. Para o parlamentar, a redução da jornada só é positiva se vier acompanhada da manutenção do emprego e de remuneração adequada.

 

A declaração ocorre em meio à efervescência do tema no Legislativo: enquanto a Câmara dos Deputados se prepara para votar já o Projeto de Lei (PL) enviado pelo governo que regulamenta o texto constitucional aprovado por mais de 460 deputados, que reduz a jornada para 40 horas semanais, o Senado ainda não tem previsão de pautar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6X1.

 

“Pena que é um ano eleitoral e, às vezes, matérias tão importantes como essa passam a ser politizadas partidariamente. (…) Quanto mais diminuir a carga horária, se tiver condições de aumentar a geração de emprego, é o que nós queremos”, defendeu o senador Wellington Fagundes – que é pré-candidato ao Palácio Paiaguás – sede do governo de Mato Grosso.

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DISPUTA CÂMARA VERSUS SENADO

 

Nesta terça-feira, 16 de junho, o plenário da Câmara deve analisar, com regime de urgência, o PL 1838 de 2026, enviado pelo Poder Executivo federal. O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações para estabelecer a jornada semanal máxima de 40 horas, além de adequar o descanso semanal remunerado – regulamentando o que está previsto na PEC 08 de 2025 já aprovado por ampla maioria dos deputados e parado no Senado.  

 

A proposta é relatada pelo deputado Léo Prates (Republicanos-BA), que também foi o relator  da PEC 8, quando da tramitação na “Casa do Povo” e aparece, até o momento, como única pauta da sessão deliberativa extraordinária marcada para esta semana. A votação, na Câmara, acontece sob a pressão de sindicatos e movimentos populares que defendem o fim do modelo 6X1 parado no Senado por determinação do presidente daquela Casa – senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

 

“Não é razoável que a Câmara passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado seja obrigado a carimbar o texto aprovado na Câmara. Essa é a minha posição”, comentou Alcolumbre na última semana.

 

“Vamos manter o mesmo texto da PEC 6×1, aprovada em 27/5 pela Câmara dos Deputados, agora em análise pelo Senado”, respondeu o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) –.em seu perfil nas redes digitais na última sexta-feira, 12 de junho.

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MARINHA NO SENADO  

 

“Nós temos oito mil quilômetros de costa marítima, e que se não tiver lá a Marinha do Brasil presente, vai ser pirateado por países que vêm cá tomar conta da nossa riqueza”, completou o senador mato-grossense. (Foto: Humberto Azevedo / RDM)

O Senado recebe até o dia 19 de junho a exposição “Soberania Começa no Mar”, em homenagem ao Dia da Marinha. A mostra apresenta resultados concretos da parceria entre àquela força militar e o parlamento, com resultados a assistência social, ensino profissional, operações de salvamento e à saúde.

 

O senador Wellington Fagundes, presente na abertura da exposição – ocorrida na última terça-feira, 9 de junho, destacou o trabalho social da Marinha no Pantanal e em comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas. Ao lado de Fagundes, o diretor do centro de comunicação estratégica da Marinha, vice-almirante Vagner Belarmino, reforçou a importância de divulgar os resultados alcançados em conjunto com o Congresso.

 

Os painéis da exposição “Soberania Começa no Mar” traduzem em números o trabalho social da Marinha: 167,6 mil atendimentos médico-odontológicos, 838,6 mil exames e 1,48 milhão de medicamentos distribuídos. (Foto: Divulgação / Agência Marinha de Notícias)

“A Marinha do Brasil consegue multiplicar o recurso, principalmente nesse caso do Pantanal. Cuida das pessoas, daqueles às vezes não vistos pelo Estado brasileiro – os quilombolas, os indígenas, os ribeirinhos”, comentou o senador Wellington Fagundes.

 

“É uma oportunidade de nós mostrarmos os resultados concretos do relacionamento da Marinha com o Congresso Nacional”, complementou o vice-almirante Vagner Belarmino.

 

 

Para assistir a entrevista que o senador Wellington Fagundes e o diretor do centro de comunicação estratégica da Marinha, vice-almirante Vagner Belarmino concederam sobre a exposição da Marinha no Senado Federal, clique aqui.

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