O candidato ao governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) evitou comentar a postura do deputado federal José Medeiros (PL), alvo de críticas após o vazamento de áudios em que chama sua própria base eleitoral de “bebedores de detergente”. Questionado sobre o desgaste do aliado, Fagundes afirmou que prefere concentrar a campanha na apresentação de propostas e na defesa de seu projeto para o Estado.
“Olha, eu não posso analisar posições individuais de nenhum, nenhum da coligação nem adversário. Eu vou, acima de tudo, continuar leal e fiel ao meu partido e aos meus propósitos. Então, quem fica preocupado em criticar outro perde o tempo em mostrar o nosso trabalho”, afirmou à imprensa nesta sexta-feira (25). Segundo ele, “a população não quer bate-boca, a população quer proposta concreta para concluir as obras”.
Na sequência, o senador direcionou as críticas ao governador e adversário Otaviano Pivetta (Republicanos), questionando a política de incentivos fiscais do governo estadual. Fagundes afirmou que Pivetta teria recebido quase R$ 498 milhões em benefícios e classificou a medida como injusta e imoral. “O atual governador, ao invés de servir à população, foi servir a ele mesmo com quase meio bilhão de incentivo fiscal, R$ 498 milhões de incentivo fiscal”, declarou.
Fagundes também defendeu o fortalecimento da industrialização em Mato Grosso e disse que pretende usar sua experiência no Congresso para buscar investimentos para o Estado. “A experiência que eu tenho no parlamento vai me facilitar chegar em Brasília, em qualquer país do mundo, e trazer os investimentos para gerar emprego”, afirmou. Ao final, reforçou a crítica à política tributária do governo: “Não é justo, é imoral”.




































