O candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes, esteve nesta quinta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF), onde se reuniu com o ministro André Mendonça para discutir dois temas de forte impacto social no Estado: os empréstimos consignados dos servidores e as regras para a pesca.
Na questão dos consignados, Wellington defendeu uma solução que preserve os contratos, mas também proteja os servidores e suas famílias. “Por trás de cada consignado existe um servidor, uma família e uma história. Precisamos buscar uma solução que respeite a lei e os contratos, mas que também preserve os direitos do servidor.”
Fagundes também citou sua atuação no Senado em debates envolvendo o Banco Master e cobrou esclarecimentos sobre operações financeiras que possam atingir servidores. “Mato Grosso precisa de respostas. É preciso investigar, esclarecer os fatos e responsabilizar quem tiver responsabilidade, sempre respeitando o devido processo legal.”
Sobre a pesca, Wellington discutiu com Mendonça os impactos da Lei do Transporte Zero e defendeu equilíbrio entre preservação ambiental e sobrevivência das comunidades ribeirinhas.
“Não existe sustentabilidade verdadeira sem equilíbrio ambiental, social e econômico. Nós precisamos preservar os nossos rios e os nossos peixes, mas também conservar uma atividade que faz parte da história, da cultura e da sobrevivência de milhares de famílias de Mato Grosso.”
O candidato também cobrou atenção ao seguro-defeso e às medidas previstas para reduzir os impactos econômicos das restrições. Para ele, benefícios, programas de requalificação e linhas de financiamento precisam chegar efetivamente aos pescadores.
“A proteção ambiental é indispensável e nós a defendemos. Mas uma política ambiental só será sustentável quando conseguir conciliar conservação, desenvolvimento e dignidade. Não podemos deixar para trás famílias que construíram sua vida às margens dos nossos rios.”
Wellington defendeu ainda mais ciência, fiscalização e participação dos pescadores na definição das regras. “O caminho não pode ser simplesmente proibir. Precisamos conhecer nossos estoques pesqueiros, combater a pesca predatória e construir regras que garantam a reprodução das espécies e, ao mesmo tempo, a sustentabilidade econômica das famílias.”
Da Assessoria.



















