MATO GROSSO

RECOMPOSIÇÃO INTERNA

Wellington evita confronto e aposta no diálogo para reconquistar prefeitos do PL

Foto: RBT News

publicidade

publicidade

Diante da resistência de prefeitos do PL à aliança com o MDB, o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), decidiu adotar uma estratégia de aproximação. Em vez de partir para o enfrentamento, Fagundes afirmou em entrevista à imprensa que aposta no diálogo para tentar recompor a unidade do partido e ampliar seu grupo de apoio para a disputa estadual.

 

As críticas de lideranças municipais expuseram divergências dentro da própria legenda, mas Wellington sinaliza que pretende atravessar esse período sem transformar as diferenças em um racha político. Para ele, a união em torno do projeto nacional de Flávio Bolsonaro pode funcionar como ponto de convergência entre os grupos.

 

“Vai ser uma campanha alegre, uma campanha feliz, uma campanha do abraço. E por isso eu tenho certeza que o PL vai estar unido, principalmente no projeto Flávio Bolsonaro. E aí vamos conquistar a todos. Tudo é com calma, tudo é com cautela”, afirmou.

 

O pré-candidato também destacou que aprendeu desde cedo a importância de ouvir antes de tomar decisões. A lição, segundo ele, veio do próprio pai e hoje serve como referência para conduzir as negociações políticas em um momento de tensão dentro do partido.

Leia Também:  Sema transfere macacos-barrigudos ameaçados de extinção para santuário em MG

 

“Eu aprendi assim na vida. De criança comecei a trabalhar. O meu pai me ensinava: tem que ouvir e ter paciência, paciência para dialogar, conversar muito e buscar o melhor caminho”, disse Wellington.

 

Ao colocar Flávio Bolsonaro como prioridade, Wellington tenta encontrar um terreno comum entre os diferentes grupos do PL e outras forças que poderão integrar sua aliança. A estratégia é construir uma frente ampla, mesmo diante das divergências sobre a composição eleitoral em Mato Grosso.

 

“A nossa prioridade é Flávio Bolsonaro, a prioridade é Flávio Bolsonaro. E claro, vamos trabalhar aqui para unir todos, todos aqueles que vão fazer essa aliança forte, para pensar num Estado mais justo de oportunidade para todos”, afirmou.

 

A aposta de Wellington, portanto, é no tempo e na negociação para diminuir as resistências. O desafio será transformar o discurso de unidade em apoio efetivo nas bases municipais e evitar que as divergências em torno da aliança com o MDB comprometam a construção de sua candidatura ao Governo.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade