MATO GROSSO

Wellington diz não ter inimigos e rejeita punição no PL

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O senador Wellington Fagundes (PL) afirmou nesta terça-feira (25) que não considera adversários políticos como inimigos e, por isso, mantém uma rotina sem armas ou escolta da Polícia Federal, embora tenha direito à proteção em razão do mandato. Segundo ele, a postura é resultado da relação que construiu ao longo da carreira política.

“Desafio alguém a dizer que o Wellington tem um inimigo. Eu sempre construí amigos, respeitando inclusive o adversário. Por isso, tenho a tranquilidade de andar sem arma e andar livre. Claro que o Estado de Direito exige, após a pessoa ter o mandato, que eu poderia requisitar a Polícia Federal, mas assim não fiz”, afirmou em coletiva.

A declaração ocorreu após o senador ser questionado sobre a possibilidade de expulsão de integrantes do PL que apoiem o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) em vez de sua candidatura, como o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL). Fagundes rejeitou qualquer punição e defendeu a liberdade dos correligionários para escolher seus apoios. “O político que não aceita crítica não pode ser homem público. Então, estou pronto, preparado e energizado para fazer uma campanha altiva, com respeito a todos”, disse.

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Ao tratar da formação do palanque para a disputa majoritária em Mato Grosso, Fagundes também defendeu uma aliança ampla, sem exclusividade para lideranças ou grupos políticos. “O Flávio quer homem, quer mulher, quer jovem, quer todo mundo. Não tem essa história de escolher um. Ele vem aqui e quer o abraço de todos”, afirmou, em defesa da construção de uma base ampla para a campanha.

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