A demissão do secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, nesta semana, intensificou uma série de exonerações promovidas pelo presidente Donald Trump no alto escalão militar. A reformulação é considerada incomum, especialmente em meio à guerra contra o Irã.
Segundo autoridades do Pentágono, Phelan acumulava atritos com a cúpula militar, principalmente após levar propostas diretamente ao presidente, sem passar por superiores. Ele não tinha experiência prévia relevante na área e era doador de campanha de Trump.
Entre as demissões mais impactantes está a do general Charles Q. Brown, afastado em fevereiro de 2025. Indicado no governo anterior, ele era o segundo afro-americano a ocupar o principal cargo militar do país.
Outros nomes também foram exonerados, como o general Timothy Haugh, o tenente-general Jeffrey Kruse e a almirante Linda Fagan, a primeira mulher a liderar a força.
As mudanças ocorreram em meio a tensões internas e críticas relacionadas a políticas de diversidade e à condução estratégica das Forças Armadas, além de disputas entre integrantes do governo e da cúpula militar.
















