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STF aponta pagamento de “bônus” a grupo miliciano ligado a Vorcaro

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A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a 6ª fase da Operação Compliance Zero, aponta que o banqueiro Daniel Vorcaro teria pago um “bônus de final de ano” para integrantes do grupo miliciano conhecido como “A Turma”. A investigação é conduzida pela Polícia Federal e apura ameaças, intimidações e acessos ilegais a sistemas em favor dos interesses do empresário.

Segundo a PF, a estrutura ligada a Vorcaro era dividida em dois núcleos: “A Turma”, responsável por ameaças e coerções, e “Os Meninos”, grupo voltado para ataques cibernéticos, invasões de sistemas, derrubada de perfis e monitoramento telefônico ilegal. A decisão cita que os pagamentos feitos pelo banqueiro seriam compatíveis com recompensas destinadas aos integrantes da organização.

As investigações apontam que, em dezembro de 2025, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva solicitou a chave Pix de Anderson Wander da Silva Lima, policial federal da ativa, para envio de uma “oferenda”. Conforme a PF, Marilson atuava como operador financeiro do grupo e intermediava pagamentos relacionados às atividades ilegais.

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Entre os investigados estão policiais federais da ativa e aposentados suspeitos de repassar informações sigilosas obtidas por meio do sistema interno da corporação. A operação também cita o empresário Manoel Mendes Rodrigues, apontado como ligado ao jogo do bicho no Rio de Janeiro e integrante do braço local do grupo investigado.

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