A corrida pelo Governo de Mato Grosso em 2026 reúne seis candidatos a vice-governador com perfis bastante diferentes. Entre empresários, médico, advogado e ex-deputada federal, os nomes também apresentam uma grande diferença no patrimônio declarado à Justiça Eleitoral.
O maior patrimônio é do empresário Reinaldo Morais, o “Rei do Porco”, candidato a vice na chapa de Wellington Fagundes (PL). Ligado ao agronegócio, ele declarou cerca de R$ 69,8 milhões em bens, sendo a maior parte concentrada em participações societárias.
Na segunda posição aparece Alex Pucinelli (Agir), empresário que compõe a chapa do sargento Laudicério Machado. Ele declarou aproximadamente R$ 2,8 milhões em patrimônio. O médico Wagner Malheiros (Mobiliza), vice de Maurício Coelho, aparece na sequência, com cerca de R$ 1,47 milhão declarado à Justiça Eleitoral.
O advogado e professor universitário Diogo Botelho (PDT) é o candidato a vice na chapa de Natasha Slhessarenko (PSD). Ele declarou R$ 735.932 em bens, incluindo uma casa avaliada em R$ 600 mil e um Jeep Compass de aproximadamente R$ 135,9 mil.
Já Gisela Simona (União Brasil), advogada, servidora pública e candidata a vice de Otaviano Pivetta (Republicanos), declarou R$ 630,2 mil em patrimônio. O valor representa um aumento de 71,44% em relação aos R$ 367,6 mil informados por ela nas eleições de 2022.
O empresário Thales Sartorelo (Missão), vice de Rafaell Milas, é o candidato com menor patrimônio declarado entre os seis. Ele informou à Justiça Eleitoral possuir R$ 172 mil em bens. Sartorelo é empresário de Sinop e integra a chapa do partido Missão.
Os números mostram uma diferença expressiva entre os candidatos: Reinaldo Morais declarou cerca de R$ 69,8 milhões, enquanto os outros cinco candidatos, juntos, somam aproximadamente R$ 5,8 milhões. Os valores correspondem aos bens declarados pelos próprios candidatos ao TSE e não representam renda ou salário mensal.

































