O senador Jayme Campos (União) afirmou nesta quinta-feira (13) que Mato Grosso se transformou em um “covil de bandidos” e levantou suspeitas sobre contratos e operações do governo estadual. Entre as acusações, citou uma empresa de recuperação de créditos tributários que, segundo ele, teria ligação com a esposa do ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo e já teria movimentado cerca de R$ 700 milhões.
“Esse é o Mato Grosso real de hoje. Aí virou igual um filme chamado ‘Covil de Bandidos’”, declarou o senador. Jayme também mencionou um procurador do Estado ao tratar do caso, mas não detalhou, durante a entrevista, qual seria a relação entre o servidor, a empresa e a mulher citada.
O senador ainda questionou o contrato de manutenção do Hospital Regional de Sinop. Segundo ele, o Estado desembolsa cerca de R$ 35 milhões por mês, embora a unidade tenha registrado ocupação de 48%, enquanto a remuneração do contrato consideraria capacidade total. “Uma só patifaria que está aí, amigo. Vai ter que apurar tudo isso aí”, afirmou.
Jayme também criticou os custos das obras do BRT, dizendo que alterações no projeto teriam provocado prejuízo de R$ 4 bilhões aos cofres estaduais, além de citar um suposto pagamento antecipado de R$ 120 milhões a uma empresa. Ele defendeu a investigação das denúncias e afirmou que, diante do volume de casos que diz conhecer, “haja cadeia para prender gente aqui”.





































