O senador Jayme Campos (União Brasil) é o parlamentar de Mato Grosso com mais despesas no Senado entre fevereiro de 2023 e 4 de agosto deste ano. Nesse período, ele utilizou R$ 1.087 milhão de recursos públicos, sendo 40,7% destinados à divulgação do mandato.
De acordo com os registros, Campos gastou R$ 442,2 mil com divulgação em sites de notícias, redes sociais e agências de publicidade. As passagens aéreas somaram R$ 337.332,99 (31%), principalmente em voos entre Cuiabá e Brasília, além de deslocamentos para São Paulo, Rio de Janeiro e Alta Floresta. Outras despesas incluem R$ 53.539,49 com escritório (4,9%) e R$ 253.965,29 em locomoção, hospedagem, combustíveis e até fretamento de aeronaves.
A senadora Margareth Buzetti (PSD), que assumiu o mandato em janeiro de 2023 durante a licença de Carlos Fávaro, aparece em segundo lugar. Dos R$ 708.724,86 gastos, R$ 472.177,13 (66,6%) foram com escritório, principalmente aluguel. Ela destinou R$ 62.824,86 (8,9%) para passagens aéreas, R$ 4.070 (0,6%) para divulgação e R$ 169.458,78 (23,9%) para outras despesas.
Já o senador Wellington Fagundes (PL) foi o mais econômico, com R$ 699.516,75 gastos no período. O valor inclui R$ 264.142,35 (37,8%) com escritório, R$ 145.945,56 (20,9%) em passagens, R$ 140.156,17 (20%) com combustível, R$ 94.427,50 (13,5%) para divulgação e R$ 54.845,17 (7,8%) em outros gastos. O parlamentar se licenciou duas vezes para procedimentos cirúrgicos, sendo substituído pelos suplentes Mauro Carvalho (PRD) e Rosana Martinelli (PL).


































