MATO GROSSO

Gilberto vê risco de politização em CPI da pandemia

publicidade

publicidade

O ex-secretário de Saúde de Mato Grosso Gilberto Figueiredo, candidato a deputado estadual, afirmou que a instalação de uma CPI para investigar atos da gestão durante a pandemia, anos após os fatos, pode transmitir a impressão de motivação política. A comissão teve os trabalhos suspensos durante o período eleitoral, e o ex-secretário defendeu que a apuração seja conduzida de forma técnica.

Gilberto questionou o intervalo entre os acontecimentos e a abertura da investigação, lembrando que a pandemia teve seu período mais crítico entre 2020 e 2021. “Quase seis anos depois se resolve apurar os atos praticados na gestão, cinco anos depois. Então, é lógico que, de certa forma, pode parecer que existe uma intenção política”, afirmou.

Apesar da ressalva, o ex-secretário disse acreditar na promessa do presidente da comissão, deputado Wilson Santos, de que os trabalhos terão caráter técnico. Gilberto afirmou ainda que está disposto a comparecer e explicar as decisões tomadas enquanto comandava a Saúde. “Sendo técnica, eu, como secretário, tenho a obrigação de vir aqui e prestar [esclarecimentos]”, disse.

Leia Também:  Apostas de MT acertam quatro dezenas da Quina e levam R$ 12,3 mil

Candidato à Assembleia, Gilberto reconheceu o desconforto de ser chamado a explicar decisões tomadas durante a crise sanitária, mas negou sofrer perseguição política. “Não sinto isso, perseguido por ninguém. Eu acho que é uma atribuição da Assembleia Legislativa”, declarou. Na sequência, defendeu a atuação de sua gestão e afirmou ter orgulho das ações realizadas à frente da pasta.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade