MATO GROSSO

Ruralistas sugerem cautela e diplomacia

FPA pede cautela e diplomacia firme diante das tarifas de 50% imposta pelos EUA a todos produtos brasileiros

A FPA acredita que a cizânia criada por Trump deve ser em “tratativas bilaterais, sem isolar o Brasil perante as negociações”. (Foto: Divulgação / FPA)

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Entretanto, a entidade que reúne os parlamentares que defendem o setor agropecuário afirmou que “a nova alíquota produz reflexos diretos e atingem o agronegócio nacional, com impactos no câmbio e na competitividade das exportações brasileiras”.

 

Por Humberto Azevedo

 

A Frente Parlamentar de apoio à Agropecuária (FPA) manifestou na noite desta quarta-feira, 9 de julho, preocupação com a decisão do presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, de impor tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros. A medida, comunicada por meio de uma carta oficial enviada ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, representa – de acordo com a entidade – um “alerta ao equilíbrio das relações comerciais e políticas entre os dois países”.

 

A FPA acredita que a cizânia criada pelo presidente estadunidense devido ao tratamento vergonhoso que a Suprema Corte tem concedido ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, assim como, decisões que contrariam interesses das plataformas cibernéticas norte-americanas deve ser em “tratativas bilaterais, sem isolar o Brasil perante as negociações”. “A diplomacia é o caminho mais estratégico para a retomada das tratativas”, completou a FPA em nota.

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“A nova alíquota produz reflexos diretos e atingem o agronegócio nacional, com impactos no câmbio, no consequente aumento do custo de insumos importados e na competitividade das exportações brasileiras. Diante desse cenário, a FPA defende uma resposta firme e estratégica: é momento de cautela, diplomacia afiada e presença ativa do Brasil na mesa de negociações”, avalia a FPA em nota.

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