Cuiabá reduziu o risco geral de infestação pelo Aedes aegypti e passou da classificação de alto para médio risco em 2026, segundo levantamento da Prefeitura. Apesar da melhora, sete dos 27 estratos analisados permanecem em situação de alto risco, com índices superiores a 3,9%.
O Índice de Infestação Predial da capital ficou em 3,4% no segundo LIRAa do ano, realizado entre 26 e 29 de maio, com inspeção em 10.929 imóveis. Os maiores índices foram registrados em áreas que incluem bairros como Nova Canaã, na região norte, Osmar Cabral, na região sul, e Dom Aquino, na região leste.
A maior parte dos focos foi encontrada em recipientes que acumulam água ao nível do solo, como barris e caixas-d’água baixas, que representaram 36,9% dos registros. Também foram identificados criadouros ligados ao lixo urbano e a recipientes móveis, como vasos de plantas e bebedouros.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais de 673 mil imóveis já foram vistoriados neste ano, mas a presença de áreas com alta infestação mantém o alerta. A prefeitura orienta moradores a eliminar recipientes com água parada e reforça que o controle do mosquito depende da atuação conjunta das equipes de vigilância e da população.



































