MATO GROSSO

Após mortes em 72h, policiais penais pressionam governo por proteção imediata

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A execução de dois policiais penais em menos de 72 horas criou um clima de alerta total no sistema prisional e levou a diretoria do Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (SINDSPPEN) a cobrar, pessoalmente, respostas do secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, em reunião realizada no domingo (24).

O Sindicato exigiu proteção imediata à categoria, considerada altamente vulnerável diante da atuação de facções. Bruzulato prometeu tratar as mortes ocorridas em Sinop e Várzea Grande como prioridade máxima e garantiu rapidez nas investigações para identificar responsáveis e possíveis ligações com o crime organizado.

O secretário afirmou que o programa Tolerância Zero será reforçado dentro das unidades e que haverá integração com outras forças de segurança para impedir o avanço de facções nos bairros próximos às penitenciárias.

Diante das garantias, o Sindicato decidiu retomar as visitas na Penitenciária Central do Estado (PCE) no próximo fim de semana. A suspensão anterior, feita no domingo (23), foi motivada pelo luto e pelo abalo emocional das equipes.

“Nossa prioridade é a vida. Queremos justiça e segurança, e vamos acompanhar cada passo dessas investigações”, afirmou o presidente do SINDSPPEN, Amaury Neves.

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Com a pressão aumentando e a categoria em estado de alerta, o SINDSPPEN reforça que não vai recuar enquanto a vida dos policiais penais continuar exposta. A cobrança agora é por ações concretas — e rápidas — para impedir que novas mortes entrem para a estatística sombria do sistema prisional mato-grossense.

 

Fonte: Assessoria SINDSPPEN

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