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TECNOLOGIA

Aumenta a busca por profissionais especializados em segurança cibernética

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A internet já faz parte do cotidiano das pessoas ao redor do globo, sendo muito difícil imaginar uma vida desconectada. Pagar contas, comprar online, ler notícias, assistir a filmes e até consultas médicas passaram a ser realizadas virtualmente. Mas, por trás de todas as facilidades ofertadas, problemas relacionados ao mundo digital têm se tornado cada vez mais presentes no mundo real.

Infelizmente, ataques de hackers, invasão em sistemas e roubo e exposição de dados tomam os noticiários semanalmente, chegando à marca de 1.046 empresas atacadas no Brasil em 2021. As informações vazadas, que vão desde o nome completo e número de telefone até endereço residencial e dados bancários, são disponibilizadas em fóruns e usadas ilegalmente por empresas para obter vantagem de mercado e até mesmo por criminosos para golpes e extorsões.

Não à toa, empresas buscam cada vez mais investir em segurança cibernética, aquecendo o mercado das chamadas “profissões do futuro”, porém esbarram na falta de mão de obra especializada para este setor.

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Somente na América Latina, de acordo com o relatório da (ISC)² – principal organização sem fins lucrativos dedicada à certificação de profissionais na área de segurança da informação-, há pelo menos 600 mil vagas não preenchidas e o número de ofertas tende a continuar em ascensão. Mas, afinal, o que faz um especialista em ciber segurança?

Profissão do futuro 

A imagem de alguém consertando computadores pode estar ultrapassada, atualmente existe um leque de especialidades entre os profissionais de tecnologia da informação, com demandas muito mais complexas e formações que variam dentre cursos técnicos e bacharelados.

O profissional formado em Tecnologia em Defesa Cibernética, por exemplo, trabalha em setores de segurança das informações digitais em grandes empresas, gerenciando e protegendo redes, podendo atuar em empresas de desenvolvimento de softwares, telecomunicações, startups, empresas de tecnologia (pequena, média e grande porte), setores do agronegócio, energia, logística, saúde, comércio entre outros que utilizam tecnologia, sejam públicos ou privados.

Carreira 

Com salários que podem variar de R$2,5 mil reais à R$ 8 mil reais, dependendo do tamanho das empresas e da experiência do profissional, segundo o Indeed (2020).

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São funções de um tecnólogo em cibersegurança analisar a operacionalidade das redes, os sistemas de conexão e avaliar as ameaças de invasão; planejar e desenvolver sistemas de proteção de redes e de equipamentos de tecnologia da informação; investigar e monitorar ataques. Além de estabelecer procedimentos contra invasão de redes e guerra eletrônica. Coordena equipes de trabalho. Vistoria, realiza perícia, avalia, lauda e emite parecer técnico em sua área de formação.

 

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