MATO GROSSO

CORRIDA AO PAIAGUÁS

Wellington Fagundes desafia favoritismo de Pivetta e crava; “Bolsonaro não vai pedir meu recuo”

Foto: Reprodução

publicidade

publicidade

Em uma demonstração de força política, o senador Wellington Fagundes (PL) declarou guerra ao favoritismo de Otaviano Pivetta (Republicanos) ao selar sua pré-candidatura oficial ao Governo de Mato Grosso. Durante entrevista explosiva ao programa Roda de Entrevista, da TV Cultura Cuiabá, nesta quinta-feira (19), o parlamentar descartou qualquer possibilidade de recuo e revelou que já possui a “bênção” do presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, para comandar o palanque bolsonarista no estado em outubro.

 

O senador confirmou uma reunião crucial com Jair Bolsonaro no próximo dia 7 de março, na “Papudinha”, em Brasília. O encontro servirá para alinhar os ponteiros, já que, em 2025, interlocutores sinalizaram que o ex-presidente poderia apoiar Pivetta. Questionado sobre a possibilidade de Bolsonaro pedir para que ele seja vice do atual vice-governador, Wellington foi enfático: “Ele não vai fazê-lo”. O parlamentar aposta na longa história de convivência que ambos possuem no Congresso para garantir que sua pretensão seja respeitada.

 

Wellington definiu a “trinca de ferro” do PL para 2026: apoio total a Flávio Bolsonaro para a Presidência, sua candidatura ao Governo e a de José Medeiros ao Senado. “Estamos definidos com autorização do partido nacional. Qualquer conjectura agora é natural, mas temos que convergir para um projeto que faça o PL ser a maior força proporcional do país e de Mato Grosso”, afirmou, demonstrando confiança na unidade partidária.

Leia Também:  Brasil se declara livre da gripe aviária em granjas comerciais, afirma Ministério da Agricultura

 

Sobre um possível “racha” no eleitorado conservador, já que Pivetta também flerta com pautas da extrema-direita, o senador não demonstrou temor e subiu o tom: “A verdadeira direita está no PL”. Para Wellington, o eleitor mato-grossense sabe distinguir quem realmente representa o grupo de Bolsonaro. “Se ele [Pivetta] quer se colocar como direita… Mas, verdadeiramente, quem se coloca como direita hoje é o PL, partido do presidente Bolsonaro e de Flávio”, alfinetou.

 

Para o senador, o embate é positivo para a democracia e o eleitorado conservador de Mato Grosso terá clareza na hora da escolha. “Quanto mais candidatos, melhor para o eleitor discutir e ouvir. Mato Grosso é um estado conservador e a direita definiu um projeto vitorioso com o presidente Bolsonaro”, concluiu, reafirmando que o palanque oficial da “família 22” no estado já tem dono.

 

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade