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Tarifaço dos EUA deve afetar 6% das exportações de Mato Grosso, diz presidente da Fiemt

Imagem: RDNews
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O presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel, afirmou nesta quarta-feira (29) que o tarifaço imposto pelos Estados Unidos deve atingir cerca de 6% das exportações mato-grossenses destinadas ao mercado norte-americano. Segundo ele, embora alguns segmentos sejam diretamente afetados, o impacto sobre a balança comercial do Estado será restrito e concentrado em setores específicos.

Durante participação em um evento promovido pelo LIDE, Rangel citou a indústria da gelatina como uma das mais impactadas pelas novas tarifas, mas ponderou que o volume representa uma pequena fatia das exportações estaduais. “A gente tem um dado que vai afetar mais ou menos em torno de 6% as exportações que vão para os Estados Unidos. Em alguns setores específicos, como gelatina, por exemplo, alguns outros, mas é pouco se você pensar no montante”, afirmou.

O presidente da Fiemt também informou que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) articula, junto ao governo federal, medidas para reduzir os efeitos da sobretaxa sobre as empresas atingidas. “E a gente está tentando, pela CNI também, fazer um trabalho de algum subsídio para que essas empresas que forem afetadas tenham menor impacto. Então, esse trabalho está sendo feito junto ao governo federal e devem sair decretos ao longo dos próximos dias”, disse.

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Silvio Rangel destacou ainda que o setor madeireiro de Mato Grosso ficou praticamente fora dos impactos da medida após negociações que retiraram alguns produtos da lista de sobretaxas. “Então, para o setor de madeira de Mato Grosso, não foi impactado dessa vez. A gente conseguiu tirar alguns produtos. Ele está impactando o setor de madeira do Paraná, por exemplo, porque tem outros produtos que foram impactados, mas para nós, felizmente, não foi tão impactado aqui no Mato Grosso”, concluiu.

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