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Sementes no chão, decisão no olho; empresa aposta em dias de campo sob medida para orientar a próxima safra

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Escolher a semente que vai definir o destino de uma lavoura está longe de ser uma decisão fria, tomada apenas com base em tabelas e catálogos. No campo, a escolha passa pelo tipo de solo, pelo histórico da área, pelo clima imprevisível e, sobretudo, pela confiança em quem apresenta as informações. É ali, entre linhas de plantio e plantas em pleno desenvolvimento, que o produtor decide se arrisca — ou não.

Foi em busca desse contato direto com a realidade do campo que o gerente agrícola Mário Luquim Neto, responsável por uma propriedade em Jaciara (MT), decidiu participar de uma das vitrines tecnológicas promovidas pela Agro-Sol Sementes, em Campo Verde, no mês de janeiro. Para ele, observar o comportamento das cultivares no solo, sob as mesmas condições enfrentadas na fazenda, muda completamente o jogo na hora de planejar a próxima safra.

“É um sistema muito pessoal. Você vê o material ali, no chão, entende como ele reage e conversa com quem realmente domina sementes, tecnologia e tratamento. É a forma mais clara de enxergar o potencial de cada variedade”, relata.

A experiência vivida por Mário traduz uma virada de estratégia adotada pela Agro-Sol nas duas últimas safras. Em vez de eventos lotados e apresentações genéricas, a empresa passou a investir em dias de campo personalizados, com grupos reduzidos de produtores e acompanhamento próximo das equipes técnica e comercial. A lógica é simples: antes de recomendar qualquer semente, é preciso entender a realidade de quem planta.

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“O produtor caminha pela vitrine com calma, discute posicionamento, conhece lançamentos e materiais que ainda estão em consolidação. É ali que conseguimos enxergar a necessidade específica de cada propriedade”, explica Lucas Schio, coordenador de Desenvolvimento de Mercado da Agro-Sol.

Esse formato, segundo ele, abre espaço para conversas mais profundas e decisões mais ajustadas à realidade do campo, levando em conta fatores como fertilidade do solo, janela de plantio, ambiente produtivo e perfil do agricultor.

Em Campo Verde, uma das vitrines chamou atenção logo na entrada da unidade da Agro-Sol: 18 cultivares de soja posicionadas para diferentes cenários agrícolas. O espaço recebeu engenheiros agrônomos, produtores, gestores de fazendas e cooperados, que circularam entre as parcelas observando, comparando e questionando.

“Temos desde materiais pensados para quem foca em algodão e milho safrinha até opções para áreas de média fertilidade. A vitrine mostra, na prática, que há soluções para diferentes perfis”, destaca Schio.

Além de orientar o produtor, os encontros também funcionam como um termômetro estratégico para a empresa. As conversas no campo, as dúvidas e as escolhas dos agricultores ajudam a moldar o futuro do portfólio.

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“Quando o produtor fala o que busca para a área dele, isso pesa diretamente nas decisões da empresa. O que cresce, o que se mantém e o que sai do portfólio passa por esse retorno do campo”, afirma o superintendente comercial da Agro-Sol, Victor Chiarelli.

Maratona de campo mira decisões da próxima safra

Essa lógica de proximidade se traduz em uma verdadeira maratona técnica. Entre janeiro e março de 2026, a Agro-Sol marca presença em 25 eventos em diferentes regiões de Mato Grosso, além de ações na Bahia e no Pará. A agenda inclui dias de campo com parceiros, vitrines tecnológicas, visitas a áreas de produção de sementes e participação em grandes feiras do agronegócio.

Fonte: Da Assessoria

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