Santa Catarina bate recordes no turismo de verão, atrai investimentos privados e vê cidades médias se consolidarem como polos de eventos e negócios. Mas o setor, que responde por parcela significativa do PIB, ainda não tem uma política pública integrada capaz de aproveitar todo esse potencial.
Hoje, as iniciativas são pulverizadas: municípios fazem ações pontuais, entidades promovem eventos isolados e o governo estadual lança programas que mudam a cada gestão. O resultado é que o setor cresce, mas de forma desordenada e muito dependente da iniciativa privada.
A questão é simples: até quando SC vai tratar turismo como vitrine, e não como política de desenvolvimento econômico? Estradas congestionadas, falta de transporte público eficiente e carência de capacitação profissional ainda limitam o avanço.
Um plano estadual consistente poderia transformar o turismo em motor permanente da economia — e não apenas em manchete de verão.




























