MATO GROSSO

Prisão domiciliar de Bolsonaro provoca reação entre políticos de MT

publicidade

publicidade

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que colocou Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar por tentativa de coação ao Judiciário e descumprimento de medidas cautelares, gerou forte reação entre políticos de Mato Grosso. Parlamentares bolsonaristas classificaram a medida como “revanchista” e “autoritária”, enquanto opositores defenderam o cumprimento da lei.

O senador Wellington Fagundes (PL) acusou o Supremo de tentar calar Bolsonaro. “Ele não roubou, não está envolvido em nenhum escândalo. O que querem mesmo é calar sua voz”, disse. Segundo ele, o movimento bolsonarista segue vivo e as manifestações de apoio ao ex-presidente superaram as anteriores. “Não adianta tentar calar o bolsonarismo, pois não vão conseguir”.

Outros parlamentares, como Gilberto Cattani e Coronel Fernanda, afirmaram que o país vive uma “ditadura” e que a decisão seria uma perseguição política. Deputados como José Medeiros e Coronel Assis apontaram o caráter “midiático” da medida, enquanto o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, compartilhou críticas de aliados, incluindo o governador Mauro Mendes (União).

Já políticos da oposição, como Valdir Barranco (PT) e Rosa Neide (PT), defenderam a decisão do STF. “Ele está de brincadeira com a Justiça”, disse Barranco. A senadora Margareth Buzetti (PSD) adotou tom crítico ao Supremo e declarou ter assinado um pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes. “Paciência tem limite”, afirmou.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  PGE esclarece negociação e diz que medida evitou rombo bilionário em MT

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade