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Lei em MT busca acelerar diagnóstico da endometriose

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A endometriose, doença inflamatória crônica que afeta cerca de 8 milhões de brasileiras, leva em média sete anos para ser diagnosticada, segundo o Ministério da Saúde. Em Mato Grosso, a Lei nº 13.065/2025, de autoria do deputado estadual Max Russi, busca ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento especializado da doença.

Neste Dia Internacional da Luta Contra a Endometriose, celebrado nesta quinta-feira (7), Max Russi destacou que a legislação prevê a criação de unidades de saúde especializadas, além da ampliação do atendimento humanizado às pacientes. Segundo ele, a proposta também garante estrutura para diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo.

A nutricionista Alinne Bodenstein, especialista em endometriose, afirma que a doença ainda é frequentemente confundida com a Síndrome do Intestino Irritável, o que dificulta o diagnóstico. Ela defende a implementação de centros especializados, capacitação de profissionais de saúde e campanhas de conscientização para reduzir o tempo de identificação da doença.

A ex-moradora de Alto Araguaia, Cecília Nobre, relatou dificuldades enfrentadas até descobrir a endometriose. Segundo ela, a falta de especialistas e equipamentos adequados atrasou o tratamento após episódios de hemorragia intensa. Para Cecília, a criação da lei representa esperança para mulheres que convivem com a doença e enfrentam dificuldades na rede pública de saúde.

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