O presidente estadual do Partido Liberal em Mato Grosso (PL-MT), Ananias Filho, afirmou que a orientação aos filiados é votar contra o projeto que amplia de 513 para 531 o número de deputados federais.
A matéria deve ser votada no Senado nesta quarta-feira (25), mas já enfrenta resistência de parlamentares como Wellington Fagundes (PL-MT), Margaretti Buzetti (PSD) e Jayme Campos (União Brasil).
Ananias criticou o impacto financeiro da medida, estimado em R$ 64,8 milhões por ano só na Câmara, além dos custos adicionais nas Assembleias Legislativas.
“Isso reflete no endividamento público e no bolso do contribuinte”, disse. O PL-MT defende a manutenção do atual número de cadeiras, sem aumento de despesas.
O projeto foi aprovado na Câmara em maio, após decisão do STF que determinou a atualização da distribuição de vagas conforme o Censo 2022. A mudança, se confirmada, valerá a partir de 2027. O texto preserva as bancadas que perderiam representantes, mas cria novas vagas para estados com crescimento populacional.
Enquanto o governo argumenta que a medida cumpre a Constituição, críticos veem “custos desnecessários” em um cenário de ajuste fiscal.
O PL-MT mantém a posição de não apoiar a expansão, pressionando senadores a rejeitarem a proposta. A votação no Senado deve definir se o aumento será implementado na próxima legislatura.




































