O senador Rodrigo Pacheco deve comunicar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma negativa definitiva sobre a possibilidade de disputar o governo de Minas Gerais em 2026. Segundo apuração da analista de política da CNN Isabel Mega, interlocutores avaliam que o recado só terá peso final quando for dado diretamente ao presidente da República.
Nos bastidores, a avaliação é de que ainda existe o chamado “canto da sereia” de Lula para tentar convencer Pacheco a entrar na disputa estadual. O senador já teria sinalizado resistência à candidatura, mas aliados acreditam que um pedido pessoal do presidente poderia alterar o cenário.
Diante da indefinição, o PT de Minas Gerais iniciou um plano alternativo e avalia nomes para a corrida ao Palácio Tiradentes. Entre os cotados estão o deputado Reginaldo Lopes, a ministra Macaé Evaristo e a ex-prefeita de Contagem Marília Campos. Segundo interlocutores, Marília é vista como nome mais viável para uma candidatura ao Senado.
Outro nome que voltou às articulações é o do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil. No entanto, aliados afirmam que uma eventual candidatura dependeria de uma aproximação direta de Lula, já que Kalil ainda estaria magoado com o presidente.
O PSB, partido ao qual Pacheco se filiou recentemente, também busca espaço na composição da chapa. Entre os nomes citados nas conversas estão Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar, e o ex-procurador Jarba Soares. Nos bastidores de Brasília, também circula a possibilidade de Pacheco assumir uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), hipótese que, segundo a apuração, anima o senador.















