MATO GROSSO

Natasha promete diálogo permanente com o agronegócio

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A candidata ao Governo de Mato Grosso Natasha Slhessarenko (PSD) afirmou, após participar de sabatina promovida pela Aprosoja nesta quinta-feira (19), que pretende manter um canal permanente de diálogo com o agronegócio caso seja eleita. Segundo ela, a relação com o setor será uma das bases de sua proposta de governo.

“A gente está falando aqui do agronegócio, que é o que nos coloca nessa situação hoje de um estado celeiro do mundo. A Aprosoja e todas as outras entidades ligadas à agricultura precisam estar sempre em diálogo permanente. Vão me ligar, eu vou atender na hora”, afirmou.

A candidata disse que sua estratégia para o setor envolve a articulação política e a busca por recursos para projetos de desenvolvimento. Entre as ações citadas, mencionou programas de recuperação de áreas degradadas e a entrega de máquinas e equipamentos aos municípios.

“Na área da agricultura, trouxemos o programa Solo Vivo de recuperação de áreas degradadas. Trouxemos equipamentos, máquinas e tratores para todos os 142 municípios. Criou o programa Caminho Verde, que faz a recuperação das grandes propriedades”, disse.

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Ao tratar da criação de novas áreas indígenas em Mato Grosso, Natasha defendeu que decisões sobre o tema sejam precedidas de negociação entre os diferentes setores envolvidos. A candidata também propôs a criação de uma estrutura estadual específica para tratar das demandas indígenas.

“Nós precisamos chamar todas as partes interessadas para discutir em mesa qual é a ideia de cada um, chamar os produtores, chamar a sociedade civil, chamar as entidades indígenas”, afirmou.

Questionada sobre sua posição em relação à discussão de novas demarcações, Natasha disse ser favorável ao debate, desde que todas as partes sejam ouvidas. Para ela, o governo federal também deve participar do processo de articulação antes de tomar decisões sobre o tema.

“A discussão, eu sou totalmente a favor. Tem que colocar aí na mesa e discutir com as pessoas, com as partes interessadas. Porque, afinal de contas, é isso. O que é governar, se não fazer o melhor por todos?”, concluiu.

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