O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, afirmou ver com interesse a proposta de criação de uma CPI para investigar cartórios no Estado, mas ressaltou que a prioridade é acelerar a regularização fundiária. A discussão envolve entraves na entrega de títulos definitivos à população.
“Importante não é nem a CPI, mas avançar na regularização fundiária”, declarou Russi, ao destacar que aguarda a coleta de assinaturas para eventual abertura da comissão, mas defende foco na solução prática do problema.
Segundo o deputado, a principal cobrança do Legislativo é garantir que os títulos cheguem aos moradores. “O que nós precisamos é que a política pública chegue na ponta e a pessoa se sinta atendida pelo seu título definitivo da sua casa”, afirmou.
Russi chamou atenção para o volume de documentos represados, apontando que mais de 40 mil títulos ainda não foram entregues no Estado, o que evidencia a urgência da questão.
A possibilidade de CPI ganhou força após declarações do deputado Eduardo Botelho, que não descartou investigação caso não haja avanço nas negociações com cartórios. Enquanto isso, parlamentares articulam medidas para acelerar a regularização sem necessidade de uma ação mais dura.































