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Respeita posição da oposição, mas nem tanto.

Em posição dúbia, União Brasil e PP pedem para para que seus parlamentares não registrem presença, mas defendem fim da invasão de bolsonaristas nas Mesas Diretoras

Federação UP, em nota confusa, afirma que apoia ação de bolsonaristas, mas ao mesmo tempo quer normalização imediata dos trabalhos do Congresso Nacional. (Foto: Divulgação / UP)

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De acordo com os dois presidentes das duas legendas, Antonio Rueda e Ciro Nogueira, o “Brasil precisa virar essa página e voltar a focar em pautas que resolvam os problemas econômicos, sociais e de insegurança do nosso país”.

 

Por Humberto Azevedo

 

Em posição dúbia, a federação partidária formada por União Brasil e Partido Progressista, que juntos possuem 110 deputados federais e 14 senadores, pedem para para que seus parlamentares não registrem presença, mas defendem que a invasão protagonizada pelos parlamentares bolsonaristas que ocuparam as Mesas Diretoras das duas Casas legislativas chegue ao fim.

 

De acordo com a nota distribuída à imprensa pelos dois presidentes das duas legendas, Antonio Rueda, do União Brasil, e senador Ciro Nogueira (PI) do PP, o “Brasil precisa virar essa página e voltar a focar em pautas que resolvam os problemas econômicos, sociais e de insegurança do nosso país”.

 

“Diante do legítimo movimento de obstrução feito pela oposição, a federação União Progressista orientou a bancada a não registrar presença em plenário no dia de hoje nas duas casas. Continuamos defendendo o diálogo como único caminho possível para encontrarmos soluções que devolvam a normalidade dos trabalhos no Congresso Nacional”, complementam Rueda e Nogueira.

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Nesta última terça-feira, 5 de agosto, os parlamentares bolsonaristas invadiram as Mesas Diretoras da Câmara e do Senado em protesto a decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes, que na segunda-feira, 4 de agosto, determinou que o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro estaria em prisão domiciliar após descumprir medidas cautelares no último domingo, 3 de agosto, quando participou remotamente de uma manifestação a seu favor e contra o ministro da Suprema Corte, Alexandre de Moraes, a quem acusam de “comandar uma ditadura da toga”.

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