Deputados divergem sobre futuro da Santa Casa: ‘não pode fechar’, dizem

Imagem: Fablicio Rodrigues/ALMT

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O possível fechamento da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, diante da inauguração do novo Hospital Central prevista para setembro, mobilizou parlamentares em audiência pública realizada nesta segunda-feira (19) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O tema dividiu opiniões dos deputados que integram a Comissão de Saúde.

Para o presidente da comissão, deputado Paulo Araújo (PP), uma das alternativas é que a Prefeitura de Cuiabá assuma a gestão da unidade. “Nós vamos fazer essa mesa de negociação intensa com o Governo do Estado. O município poderia assumir, o Estado continuar, ou o consórcio da Baixada Cuiabana assumir essa unidade”, afirmou.

Dr. João (MDB) defendeu que a Santa Casa seja transformada em um hospital especializado, especialmente na área oncológica, onde já atende cerca de 400 pacientes em tratamento. “Não, não pode fechar. Temos que ter um relatório detalhado do que ela produz. A quimioterapia, por exemplo, não cabe no Hospital Central ou no Hospital Geral”, alertou.

Já Lúdio Cabral (PT) propôs que o hospital seja regionalizado e administrado pelo Consórcio Intermunicipal do Vale do Rio Cuiabá. “Quero debater que o Estado mantenha o contrato de gestão da Santa Casa, e depois ela seja assumida pelo consórcio da Baixada Cuiabana, para atender a população de toda a região”, afirmou.

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