O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) reconheceu que o partido precisará buscar aliados para disputar o comando da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) no próximo biênio. Apesar de defender espaço para a sigla na Mesa Diretora, ele admitiu que o número de parlamentares do grupo não garante votos suficientes para vencer a eleição.
Cattani afirmou que a escolha da presidência depende exclusivamente da articulação entre os deputados estaduais. Por isso, o PL terá de abrir diálogo com outras bancadas e construir uma composição capaz de reunir a maioria necessária.
“Temos que fazer composição com os demais deputados. Ninguém consegue sozinho”, declarou o parlamentar ao comentar os desafios da disputa interna.
Para o deputado, não basta apresentar um nome para a presidência sem antes garantir apoio político. A estratégia, segundo ele, deve priorizar uma chapa competitiva, construída a partir de acordos entre os diferentes grupos que compõem o Legislativo estadual.
Cattani também indicou que a definição sobre a continuidade de nomes na Mesa Diretora dependerá de consenso. A escolha, segundo ele, precisa levar em conta a capacidade de reunir votos, e não apenas a preferência de um partido.
“Não adianta a gente indicar para achar que é bonito. Tem que ser em consenso, com um grupo que possa vencer”, afirmou, sinalizando que as negociações serão decisivas para o resultado da eleição.
O posicionamento mostra que o PL pretende participar das articulações, mas reconhece que precisará dividir espaço e construir alianças para avançar na disputa. A definição da próxima Mesa Diretora dependerá das conversas entre os parlamentares e da formação de uma maioria dentro da Assembleia.
































