A empresa Bom Futuro se manifestou nesta quarta-feira (12) sobre o inquérito civil aberto pela 17ª Promotoria de Justiça de Cuiabá, que apura uma suposta transferência irregular de terras públicas na área do Aeródromo Bom Futuro. Em nota, a companhia afirmou que a apuração decorre de uma representação feita por terceiros que “não se conformam com decisões judiciais regularmente proferidas”.
Segundo a empresa, os imóveis no Loteamento Parque Bandeira foram adquiridos por legítimos possuidores, com ocupações pacíficas e contínuas por mais de 30 anos. A Bom Futuro destacou que os processos de usucapião tramitaram com ampla produção de provas, contraditório e participação das Fazendas Públicas, incluindo o Município de Cuiabá, que teria afirmado não ter interesse nas áreas.
“A alegação de usurpação de bem público não se sustenta e não tem respaldo nos processos judiciais”, diz o comunicado. A empresa ressaltou que atua com “transparência, legalidade e rigorosa observância da legislação”, e vê tentativa de reverter decisões judiciais por meios indiretos.
Por fim, a Bom Futuro reiterou sua “absoluta tranquilidade quanto à legalidade e legitimidade de suas aquisições”, frisando que todas foram feitas de forma onerosa e de boa-fé, não havendo qualquer prática de invasão ou turbação das terras.


















