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Bastidores do Poder

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Flávio pode indicar o pai a ministério se eleito

O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, disse que seu pai, Jair Bolsonaro, poderá integrar um eventual governo seu, caso seja eleito, mas afirmou que a escolha dependeria do próprio ex-presidente.
Conselheiro

Questionado sobre a hipótese de nomear o pai como ministro, Flávio respondeu que não conversou com Jair Bolsonaro sobre um cargo.

“Como ministro, não sei. Eu nunca conversei com ele se ele teria interesse nisso. Como conselheiro, pelo menos. Mas, obviamente, até hoje eu ouço o presidente Bolsonaro”, declarou.
Indulto

O senador afirmou que pretende conceder indulto aos condenados pelo 8 de janeiro se a anistia não avançar no Legislativo.

“A gente vai trabalhar no Congresso pra que aconteça a anistia. E caso não dê tempo de acontecer, nós vamos indultar sim essas pessoas”, disse.

TSE suspende campanha de Renan

O ministro Dias Toffoli, do Supremo, suspendeu a campanha eleitoral do coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos, candidato do Missão a presidente.

Campanha eleitoral

Toffoli determinou a suspensão da propaganda eleitoral da chapa em ambiente digital, dos repasses e gastos com recursos do Fundo Eleitoral e da participação do candidato em debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação.

Irregularidades

A medida foi adotada após o ministro identificar irregularidades na comunicação à Justiça Eleitoral dos perfis utilizados pela campanha nas redes sociais. O pedido de registro da candidatura foi apresentado em 7 de agosto. Mas 16 perfis em redes sociais foram informados ao TSE apenas em 19 de agosto, 12 dias depois, por meio de uma petição para complementar os dados apresentados inicialmente.

Regras eleitorais

Pelas regras eleitorais, candidatos devem informar, no momento do registro, os endereços de sites, blogs e redes sociais que serão utilizados durante a campanha. Para Toffoli, o atraso não configura apenas uma irregularidade formal.

Diretor da PF se reúne com Fachin

O diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se reuniu nesta segunda (31) com o presidente do STF, Edson Fachin, no Conselho Nacional de Justiça. A reunião teve como pauta a segurança das informações no sistema jurídico e aconteceu em meio a impasses entre o ministro André Mendonça e o chefe da PF.

Vazamentos

A relação entre ambos se deteriorou nos últimos meses após o vazamento de informações envolvendo os inquéritos que estão sob a relatoria de Mendonça, tema central do encontro de Andrei com o presidente do STF. Mendonça é o relator, no STF, dos inquéritos que tratam das fraudes no INSS.

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Luchsinger deve R$ 1,1 milhão em impostos

Roberta Luchsinger acumula processos por dívidas com a União, Prefeitura de São Paulo, trabalhadores e prestadores de serviços. Suas duas empresas devem R$ 1,1 milhão em tributos. A empresária e lobista também descumpriu acordos judiciais e, em alguns casos, não teve dinheiro ou bens localizados.

Investigada

Credores incluem escola, loja de roupas, agência de publicidade, babá e empregada doméstica. Investigada pela PF por suspeitas de tráfico de influência e corrupção, Roberta nega irregularidades. Questionada sobre os processos, ela enviou apenas uma relação com valores e andamento das ações.

Dantas deixa TCU e Pacheco é indicado

O ministro Bruno Dantas oficializou sua saída do TCU nesta segunda (31), abrindo uma vaga para indicação do Senado. A Casa pretende acelerar a escolha e concluir a votação ainda nesta semana. Davi Alcolumbre articula o nome de Rodrigo Pacheco (PSB-MG), que deixará a vida pública ao final do mandato.

Apoio de ilederanças

A indicação reúne apoio de lideranças do União Brasil, MDB e PSD. Dantas integra o tribunal desde 2014 e poderia permanecer por mais de duas décadas, mas decidiu seguir novos projetos na iniciativa privada. Pacheco não faz campanha pela vaga, mas aceita a indicação.

Alcolumbre quer votar

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), quer votar nesta quarta (2) a indicação de Pacheco para a vaga no TCU. A votação de Pacheco, porém, dependerá de quórum suficiente no Senado. Alcolumbre busca concluir a indicação durante a semana de esforço concentrado, antes das eleições.

MPF mantém pedido para barrar Arruda

O MPF reafirmou a impugnação do registro da candidatura de José Roberto Arruda (PSD) ao Governo do Distrito Federal após a defesa contestar o pedido. O caso será julgado pelo TRE-DF. A PRE sustenta que, devido às condenações por improbidade, Arruda permanece inelegível até dezembro de 2030.

Condenação

Na avaliação do órgão, Arruda só poderia disputar novamente o governo do DF em 2034. A defesa contesta o cálculo e afirma que a primeira condenação colegiada ocorreu em 2014, o que encerraria o prazo máximo de 12 anos em 2026. O MPF considera esse argumento insuficiente.

Prefeita petista reforça apoio a Cleitinho

A prefeita de Frei Gaspar, Jackeliny Nascimento (PT), reforçou o apoio a Cleitinho Azevedo (Republicanos) ao governo de Minas Gerais mesmo depois de ser publicamente repreendida pela presidente estadual do PT, deputada Leninha.

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“Vote 10”

A petista voltou a divulgar o candidato nos stories e compartilhou um vídeo de campanha com pedido de voto. Na publicação, Jackeliny reproduziu material do Republicanos com a mensagem “Vote 10!” e a identificação “Cleitinho governador”.

Tereza Cristina quer mudar projeto sobre minerais críticos

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) apresentou nesta segunda (31) as três primeiras — e, até agora, únicas — emendas ao projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. As propostas delimitam atribuições do novo conselho previsto no texto, reforçam a redução da dependência externa e detalham os critérios para definir um mineral como crítico.

Item da pauta

O projeto de lei é o primeiro item da pauta do Plenário do Senado nesta quarta (2). Eduardo Braga (MDB-AM), relator, ainda não havia apresentado parecer até esta segunda. A proposta, já aprovada pela Câmara, prevê até R$ 7 bilhões em incentivos à atividade mineral, beneficiamento e industrialização.

JHC tem 47,2% contra 41,3% de Renan Filho

O prefeito de Maceió e ex-deputado federal João Henrique Caldas, o JHC (PL), lidera as intenções de voto para o governo de Alagoas com 47,2%, seguido pelo ex-governador e ex-ministro Renan Filho (MDB), que registra 41,3% no cenário de primeiro turno, informa o Paraná Pesquisas.

Segundo turno

Em uma simulação de segundo turno entre os dois principais cotados, JHC mantém a vantagem e atinge 48,9% da preferência do eleitorado alagoano, contra 42,6% atribuídos a Renan Filho. A margem de erro da amostragem é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Disputa ao Senado

Na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal destinadas ao estado de Alagoas, o deputado federal Arthur Lira (PP) aparece na primeira colocação com 40,4% das intenções de voto. O atual senador Renan Calheiros (MDB) figura na segunda posição, registrado com 36,8%.

Os candidatos ao Senado pelo Amazonas

No Amazonas, a disputa pelas duas vagas no Senado possui nove candidaturas oficializadas pelo TSE. Confira os nomes: Capitão Alberto Neto (PL), Dailson Corrêa (DC), Eduardo Braga (MDB), Evandro de Oliveira (PSTU), Ismael Munduruku (Rede), Plinio Valério (PSDB), Professora Evany (PSOL), Wilson Lima (União), Xuxa do Amazonas (Mobiliza).

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