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Em Cuiabá, 18 dos 25 vereadores que buscam reeleição mostram aumento de patrimônio desde 2020

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Thiago Novaes – RDM Online

Em Cuiabá, 18 dos 25 vereadores que tentam a reeleição apresentaram um aumento em seus patrimônios em comparação com os valores declarados na eleição de 2020. Enquanto cinco vereadores relataram uma redução em seus patrimônios e dois declararam não possuir bens ou saldo em conta bancária, as informações estão disponíveis no site DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Confira abaixo quem são os vereadores que tiveram um aumento significativo em seus patrimônios nos últimos quatro anos:

Cezinha Nascimento (União), no seu 1º mandato, declarou R$ 454 mil, incluindo uma casa avaliada em R$ 300 mil, dois carros e R$ 79 mil em saldo bancário. Em 2020, ele havia declarado R$ 190 mil.

Chico 200 (PL), atual presidente da Câmara Municipal e no 5º mandato, relatou R$ 429 mil em bens, com dois carros, uma casa, 164 hectares de terras, além de R$ 14 mil em saldo bancário e R$ 100 mil em espécie. Em 2020, Chico havia declarado R$ 190 mil.

Demilson Nogueira (PP), no 1º mandato, informou possuir R$ 93 mil em espécie. Em 2020, ele havia declarado R$ 10,3 mil também em espécie.

Didimo Vovô (PSB), também no 1º mandato, declarou R$ 621 mil em bens, incluindo uma casa de R$ 115 mil, três terrenos avaliados em R$ 120 mil, uma chácara de R$ 250 mil, um veículo e R$ 151 em saldo bancário. Em 2020, o valor declarado foi de R$ 294 mil.

Eduardo Magalhães (Republicanos), no 1º mandato, declarou possuir R$ 11 mil em saldo bancário. Em 2020, ele não havia declarado bens.

Fellipe Correa (PL), que assumiu a vaga de Diego Guimarães (Republicanos) em 2023, declarou R$ 608 mil, com uma casa de R$ 400 mil, um terreno de R$ 80 mil e um carro, além de participações empresariais, saldo bancário e aplicações. Em 2020, ele não havia declarado bens.

Jeferson Siqueira (PSD), também no 1º mandato, relatou R$ 860 mil em bens, incluindo uma casa de R$ 480 mil e uma camionete de R$ 380 mil. Em 2020, o patrimônio declarado foi de R$ 490 mil.

Kassio Coelho (Podemos), no 1º mandato, declarou R$ 604 mil, composto por uma casa de R$ 400 mil, dois carros e R$ 20 mil em saldo bancário. Em 2020, ele havia declarado R$ 40 mil.

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Lilo Pinheiro (PP), no 3º mandato, declarou R$ 735 mil, incluindo uma casa de R$ 400 mil, um apartamento de R$ 225 mil e um carro de R$ 110 mil. Em 2020, o valor declarado foi de R$ 305 mil.

Maysa Leão (Republicanos), que assumiu após a cassação do vereador Tenente Paccola, informou ter uma casa no valor de R$ 510 mil. Em 2020, ela havia declarado R$ 10 mil em dinheiro vivo.

Michelly Alencar (União), no 1º mandato, declarou R$ 263 mil, com R$ 220 mil em participações em apartamentos, R$ 25 mil em espécie e os demais valores em saldo bancário. Em 2020, ela havia declarado não possuir bens.

Mário Nadaf (PV), no 3º mandato, declarou mais de R$ 2 milhões, incluindo dois apartamentos avaliados em R$ 600 mil, R$ 550 mil em terrenos, um estacionamento de R$ 500 mil, dois carros e R$ 100 mil em títulos de capitalização. Em 2020, o patrimônio declarado foi de R$ 931 mil.

Renivaldo Nascimento (PSDB), no 3º mandato, relatou R$ 1,6 milhão, incluindo R$ 930 mil em carros de luxo, uma lancha de R$ 50 mil, R$ 45 mil em espécie, R$ 40 mil em cavalos, uma casa de R$ 50 mil, um terreno de R$ 50 mil, além de poupança e títulos de capitalização. Em 2020, ele havia declarado R$ 1 milhão.

Robinson Cireia (PT), que assumiu o mandato em junho deste ano após a cassação da vereadora Edna Sampaio (PT), declarou R$ 158 mil, composto por uma casa de R$ 145 mil e uma motocicleta de R$ 13 mil. Em 2020, ele havia declarado somente uma moto no valor de R$ 9,5 mil.

Rodrigo Arruda e Sá, no 1º mandato, informou ter um carro de luxo avaliado em R$ 200 mil. Em 2020, ele havia declarado não possuir bens.

Sargento Joelson (PSB), no 3º mandato, declarou R$ 788 mil, incluindo dois imóveis avaliados em R$ 510 mil, dois carros, R$ 20 mil em espécie e R$ 75 mil em saldo bancário. Em 2020, o patrimônio declarado foi de R$ 541 mil.

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Sargento Vidal (MDB), no 1º mandato, relatou R$ 729 mil, com uma casa em condomínio de luxo e três carros. Em 2020, o patrimônio declarado foi de R$ 376 mil.

Wilson Kero Kero (PMB), no 3º mandato, informou um patrimônio de R$ 996 mil, composto por dois apartamentos que somam mais de R$ 400 mil, um lote avaliado em R$ 305 mil, além de R$ 135 mil em saldo bancário, um carro e um consórcio de R$ 80 mil. Em 2020, o valor declarado foi de R$ 439 mil.

 

Cinco vereadores declararam perda de patrimônio

Adevair Cabral (Solidariedade), no 4º mandato, declarou R$ 406 mil, composto por uma casa de R$ 250 mil e dois carros. Em 2020, o patrimônio declarado foi de R$ 800 mil.

Rodrigo Varanda (MDB), que assumiu a vaga de Juca do Guaraná após o titular se tornar deputado estadual, declarou R$ 2 milhões, incluindo duas casas avaliadas em R$ 1,4 milhão, um terreno de R$ 200 mil, um estacionamento de R$ 150 mil, dois veículos, saldo bancário de R$ 34 mil e R$ 36 mil em espécie. Em 2020, Varanda havia declarado R$ 3,3 milhões.

Marcrean Santos (MDB), no 3º mandato, informou um patrimônio de R$ 551 mil, composto por um apartamento de R$ 246 mil, um carro e R$ 275 mil em terrenos. Em 2020, ele havia declarado R$ 731 mil.

Dilemário Alencar (União), no 3º mandato, declarou R$ 346 mil, composto por um apartamento de R$ 200 mil, R$ 103 mil em saldo bancário e R$ 42 mil em aplicações. Em 2020, o patrimônio declarado foi de R$ 468 mil.

Dr. Luiz Fernando (União), no 1º mandato, declarou R$ 1,5 milhão, incluindo um imóvel de R$ 800 mil, um carro de R$ 398 mil, além de R$ 30 mil em espécie e os demais valores divididos entre investimentos, saldo bancário e participação em empresas. Em 2020, ele havia declarado R$ 3,2 milhões.

 

Vereadores que declararam não possuir bens

Paulo Henrique (MDB), no 1º mandato, não declarou bens. Em 2020, ele havia declarado possuir apenas R$ 23 mil.

Marcus Brito (PV), no 1º mandato, também declarou não possuir bens, assim como em 2020.

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