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Toy Story 5 resgata essência da franquia ao discutir impacto da tecnologia na infância

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A Pixar volta a acertar em cheio com Toy Story 5, que estreia nos cinemas brasileiros trazendo uma história relevante sobre o impacto da tecnologia na infância. Diferente de seu antecessor, o novo filme encontra um motivo para existir ao abordar, de forma sensível, como dispositivos digitais podem afastar crianças da criatividade e das brincadeiras tradicionais.

A trama acompanha Bonnie, agora com oito anos, que enfrenta dificuldades para fazer amigos. Ao perceberem o sofrimento da filha, seus pais lhe dão uma Lilypad, tablet capaz de criar amizades virtuais e oferecer inúmeras atividades. Aos poucos, a menina abandona seus brinquedos, levando Jessie a enfrentar seus antigos medos de abandono enquanto tenta reconquistar a atenção da garota.

A grande novidade do filme é a escolha de Jessie como protagonista. Ao deixar Woody e Buzz Lightyear em segundo plano, a Pixar renova a franquia sem perder sua identidade. A vaqueira conduz uma história sobre pertencimento, amizade e o valor da imaginação, trazendo o fôlego necessário para uma série que já ultrapassa duas décadas.

Dirigido por Andrew Stanton, responsável por sucessos como Wall-E e Procurando Nemo, o longa apresenta novos personagens, momentos de humor e uma mensagem atual para pais e filhos. Entre os destaques estão o personagem Rolinho, responsável pelo alívio cômico, e uma versão mais romântica de Buzz, que ganha maior proximidade com Jessie.

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Com uma narrativa emocionante, visual criativo e forte apelo emocional, Toy Story 5 marca o reencontro da Pixar com as qualidades que a tornaram referência mundial. O filme já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

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