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Suspensa, nova rota do BRT de VG é debatida com Estado

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Por Pablo Rodrigo, Gazeta Digital 

Obras do Ônibus de Rápido Transporte (BRT) em Várzea Grande, na avenida Couto Magalhães, serão suspensas até que haja um entendimento entre o governo do Estado e a prefeitura para definir rota do modal na cidade. Acordo ocorreu durante reunião entre o chefe do Município, Kalil Baracat (MDB), vereadores da cidade, o senador Jayme Campos (União), os deputados Eduardo Botelho (União), Júlio Campos (União), Fábio Tardin (PSB), o governador Mauro Mendes (União) e sua equipe, nesta segunda-feira (4), no Palácio Paiaguás.

Reivindicação era para que a rota do BRT não passe pela Couto Magalhães, já que 230 empresários e comerciantes são contra o transporte passar pela avenida.

“O governador foi sensível e nos colocou 3 possibilidades que vão ser estudadas e apresentadas para a sociedade. A primeira delas é continuar com o BRT entrando pela Couto Magalhães e fazendo só um reforço na pista e levando ao terminal da cidade. Outra possibilidade é que o BRT passe pela avenida Filinto Muller, entrando ao terminal e retornando pela própria Filinto”, explicou.

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“Sugeri a construção um terminal onde seria o terminal do VLT [ao lado do Aeroporto]. E os ônibus viriam e alimentava toda região metropolitana”, completou. Kalil disse que caberá ao secretário de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Marcelo Padeiro, analisar as possibilidades e apresentar as alternativas.

Ele lembrou que, apesar da suspensão da entrada das obras na Couto Magalhães, ela continuará pela avenida da FEB com previsão para conclusão em novembro.”Estamos buscando a melhor alternativa. Não podemos também se esquecer dos usuários de transporte, que merecem um transporte digno. Então temos que olhar todos os setores e não apenas um”, completou.

Instalação do transporte na cidade começou no ano passado, mesmo em meio a polêmicas, após o governo Mauro Mendes (União) abandonar a projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) que já tinha utilizado mais de R$ 1 bilhão dos cofres do Estado e estava 70% concluída.

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