Os brasileiros elegeram 12 mulheres para o Senado neste domingo (4), entre as 54 cadeiras em disputa. O número é o maior registrado em uma única eleição desde a redemocratização e supera o recorde anterior, de oito senadoras eleitas em 2002.
Com o resultado, a bancada feminina deve passar das atuais 15 para 18 integrantes a partir de 2027, considerando também as suplentes que estiverem no exercício do mandato. Se a projeção se confirmar, as mulheres ocuparão 22,2% das 81 cadeiras da Casa.
Outro marco ocorreu no Distrito Federal, que elegeu duas mulheres para o Senado na mesma eleição: Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL. Também foram eleitas Mara Rocha (AC), Marina JHC (AL), Rayssa Furlan (AP), Luizianne (CE), Gracinha Caiado (GO), Marília Campos (MG), Marília Arraes (PE), Samanda de Lula (RN), Teresa Surita (RR) e Carol de Toni (SC).
As novas senadoras assumirão os mandatos em fevereiro de 2027. Com a eleição de Rayssa Furlan, o Amapá deixa de ser o único estado a nunca ter eleito uma mulher para o Senado, e o Piauí passa a ser a única unidade da Federação sem uma senadora eleita diretamente.





















