O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), expressou preocupação com a demora nas obras do Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães, e do BRT, em Cuiabá e Várzea Grande, em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (15). Russi cobrou agilidade do Governo do Estado e destacou que os responsáveis pelos atrasos devem ser punidos, alertando para os impactos negativos desses atrasos sobre a população e o turismo local.
Max Russi, afirmou que ainda não há avanços concretos nas obras do Portão do Inferno e do BRT, destacando que tem cobrado providências do governador Mauro Mendes.
“Nada de concreto ainda. Isso nos preocupa bastante. Tenho cobrado bastante, inclusive na semana passada estive com o governador cobrando essas duas obras, porque impactam diretamente a vida dos cuiabanos e dos mato-grossenses”. Russi alertou também para os riscos do período chuvoso, que pode atrasar ainda mais os trabalhos e prejudicar o turismo e a economia local.
“Quando começa a chover, para tudo. Chapada dos Guimarães é muito prejudicada, principalmente no final do ano, quando o município recebe muitos turistas”, revelou.
O parlamentar destacou a importância da convocação do secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, pela Comissão de Infraestrutura da Assembleia, para prestar esclarecimentos sobre o andamento do BRT.
“Isso é muito bom. É função da Assembleia cobrar, ouvir o secretário e dar transparência à população. Parabenizo os deputados da comissão e o deputado Lúdio. Dessa forma conseguimos discutir de forma propositiva e cobrar resultados”, afirmou.
Russi não poupou críticas e reforçou que o Parlamento continuará vigilante sobre as obras, exigindo explicações do Executivo.
“Queremos que a obra avance e que, se houver responsáveis pelos atrasos, sejam punidos. O BRT era para estar concluído há mais de dez anos”, acrescentou, evidenciando a frustração com o atraso histórico do projeto e a necessidade de medidas urgentes para retomar os trabalhos.





























