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Medeiros reforça ofensiva por prisão domiciliar e acusa “perseguição” contra Bolsonaro

Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

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O deputado federal José Medeiros (PL) engrossou o clima de tensão política ao apoiar o pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A solicitação, apresentada por Gustavo Gayer (PL-GO) e protocolada no STF na última sexta-feira (28), já virou uma ofensiva articulada no Congresso, reunindo mais de 100 assinaturas na Câmara enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caça apoios no Senado.

A petição enviada ao Supremo afirma que Bolsonaro estaria enfrentando uma combinação de problemas de saúde — entre eles câncer de pele, complicações renais, alterações cardíacas e sequelas do atentado de 2018 — quadro que, segundo os autores do pedido, tornaria o ambiente prisional um risco à sua integridade. A defesa do ex-presidente já havia tentado manobras semelhantes nos dias 21 e 23 de novembro.

Ao reforçar o pedido, Medeiros adotou um discurso inflamado e disse que Bolsonaro estaria sendo alvo de uma punição política. Segundo ele, as ações contra o ex-presidente seriam reflexo de um país dividido e de uma disputa que, na visão do deputado, ultrapassa o campo jurídico. Ele atribuiu o rigor das investigações a uma “escalada de perseguição” conduzida por adversários.

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Em uma fala carregada de dramaticidade, Medeiros afirmou que Bolsonaro se tornou o símbolo de uma parcela da população que “não aguenta mais abusos”. Para o parlamentar, a figura do ex-presidente teria se transformado em um ponto de convergência de descontentamentos, argumento que ele usa para justificar o que considera um tratamento excessivamente duro por parte das autoridades.

A mobilização não se limita a Medeiros: nomes de peso do PL também figuram entre os apoiadores da solicitação, incluindo Coronel Fernanda, Nelson Barbudo, Bia Kicis, Nikolas Ferreira, General Pazuello, Mário Frias, Ricardo Salles, Marco Feliciano, Sóstenes Cavalcante, Osmar Terra, Carol de Toni e Carlos Jordy — um bloco político que tenta colocar ainda mais pressão sobre o STF em torno do futuro de Bolsonaro.

 

Fonte: Da Assessoria

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