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Marcas frias, vozes genéricas e o colapso do branding “bonitinho”

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Por Caco Pereira

Tem marca que tá bonita.
Cheirosa. Bem vestida.
Mas… vazia. Sem alma. Sem pulso.

Enquanto a IA escala, o branding despenca.

Porque a pressa em automatizar tudo está gerando marcas genéricas, previsíveis e sem verdade.

O público tá saturado de discursos prontos, slogans de PowerPoint e vídeos que mais parecem comerciais de margarina do século passado.

A real?
A próxima etapa do marketing não é mais tecnologia — é humanidade.
Quem vencer vai ser quem conseguir criar conexão real em larga escala, mesmo usando robô, prompt ou algoritmo.

E conexão real não vem de estética. Vem de verdade, personalidade e coragem de dizer algo com a própria voz.

Você quer atenção?
Então pare de soar como todo mundo.

Marcas precisam parar de parecer tutorial de IA e começar a parecer… gente.

Com opinião. Com presença. Com algo a dizer — e principalmente, com algo a sentir.

No fim do dia, o que vai separar sua marca das outras não é o logo, nem o feed bonito.
É o quanto de verdade ela carrega no que comunica.

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Ou você humaniza agora…
Ou será ignorado por uma máquina — operada por um humano que te esqueceu.

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