O deputado estadual Faissal Kalil, pré-candidato à reeleição pelo PL, afirmou que o partido deve entrar forte na disputa por vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Em entrevista, ele rebateu as análises de que a legenda conseguiria eleger apenas dois parlamentares e apostou em uma bancada ainda maior.
Segundo Faissal, além das candidaturas já conhecidas, o PL ganhou nomes competitivos e tem força para ampliar sua representação. Ele citou Catani, Samanta, Alcino e Luciana Horta e afirmou que a legenda deve disputar não apenas a terceira cadeira, mas também uma quarta vaga.
“Creio sim que nós vamos brigar pela quarta vaga, vamos fazer os três e brigar pela quarta vaga. Eu falei desde o início: na sobra, nós vamos eleger um deputado com 20 e poucos mil votos.”, projetou o parlamentar, aumentando a temperatura da disputa dentro da legenda.
Ao comentar o cenário político para o Senado e as alianças para 2026, Faissal declarou apoio ao deputado federal José Medeiros e defendeu a aproximação com partidos de centro, incluindo o MDB. Para ele, a formação de alianças será fundamental para ampliar a força eleitoral do grupo.
“Eu sou 22, do pé à cabeça. Então eu vou votar com o Wellington, sim, vou votar com o Flávio Bolsonaro e votar principalmente com o nosso senador, que é o Medeiros.”, afirmou Faissal, deixando clara sua posição dentro do campo bolsonarista e descartando qualquer desconforto com a chegada de novos aliados.
O deputado também reagiu às críticas sobre o posicionamento de nomes ligados à disputa pelo Governo de Mato Grosso e classificou como contraditório o discurso de quem tenta separar adversários e aliados em blocos rígidos. Para Faissal, em uma eleição apertada, as alianças serão inevitáveis.
“A disputa está acirrada. A gente não pode negar apoio. Quem quiser vir apoiar a gente, será bem-vindo. Porque, na hora de administrar, o centrão sempre vai estar junto com a situação.”, declarou.
Faissal ainda afirmou que sua campanha deve crescer principalmente no interior de Mato Grosso. Segundo ele, após dois mandatos, seu trabalho passou a ser mais conhecido fora de Cuiabá, onde acredita ter construído uma rede de apoiadores. “Vamos surpreender mais no interior que na capital”, resumiu o deputado.


































