MATO GROSSO

BASTIDORES DA POLÍTICA

Fábio Garcia nega convite para ser vice de Pivetta e crava candidatura a deputado federal

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O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), tratou de pôr fim aos rumores sobre uma possível composição como vice na futura chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Em entrevista à rádio CBN, Garcia foi direto ao negar qualquer convite ou articulação nesse sentido e afirmou que o seu caminho político para as próximas eleições já está traçado.

 

Segundo ele, não existe negociação em curso nem sinalização para disputar o Executivo estadual. “Para ser bem honesto, nunca recebi convite para ser vice. Meu projeto está definido: sou candidato a deputado federal”, declarou, reforçando que pretende seguir contribuindo com Mato Grosso a partir do Congresso Nacional. “Quero dar minha contribuição como deputado federal ao Estado”, completou.

 

Garcia relembrou que foi eleito deputado federal em 2022, mas abriu mão do mandato em julho de 2023 para assumir a chefia da Casa Civil, permitindo a posse da suplente Gisela Carmona (União). A decisão, segundo ele, faz parte de um compromisso maior com o governo estadual, que ainda pretende concluir antes de mergulhar de vez na campanha eleitoral.

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Na entrevista à CBN, o secretário também ampliou o tom ao justificar sua motivação para voltar à disputa eleitoral. Para ele, o Brasil enfrenta problemas estruturais profundos, que vão além da economia e atingem o próprio funcionamento das instituições. “Temos problemas institucionais muito sérios. As pessoas estão vivendo com medo de se expressar, de se manifestar, e isso não é correto para um país democrático”, afirmou.

 

Garcia ainda criticou o tamanho e o custo da máquina pública, classificando o modelo atual como pesado, burocrático e ineficiente. “Um país inteiro não pode trabalhar apenas para sustentar uma estrutura cada vez mais cara, que não consegue investir e não devolve resultados à sociedade”, disse, em tom crítico.

 

Ao falar sobre sua atuação no Executivo estadual, o secretário destacou que pretende cumprir integralmente a missão à frente da Casa Civil antes de se dedicar ao projeto eleitoral. Segundo ele, a experiência acumulada no cargo ampliou sua visão sobre os desafios da gestão pública. “Hoje conheço muito bem o Executivo Estadual, a complexidade de governar Mato Grosso. Isso me satisfaz e me prepara para os próximos desafios”, concluiu.

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