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Ex-policiais argentinos vivem expectativa pela última Copa de Messi em Florianópolis

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A estreia da Argentina na Copa do Mundo de 2026 tem movimentado a rotina dos argentinos Marcela Murillo, de 55 anos, e Claudio Marcelo Galarza, de 57, moradores de Florianópolis. Aposentados após 30 anos na polícia de Buenos Aires, o casal vive em Canasvieiras desde 2021 e acompanha com emoção a última participação de Lionel Messi em um Mundial.

Donos de uma cafeteria que se tornou ponto de encontro de argentinos e brasileiros na região Norte da Ilha, os empresários admitem sentir um misto de nostalgia e ansiedade com a despedida do principal ídolo da seleção. “É triste. Ele é um ídolo que temos. É um ‘coloraço’, um cara do bem, não há igual a ele”, afirma Claudio.

A paixão pela Albiceleste é tão grande que Claudio tatuou a taça da Copa do Mundo após a conquista do título em 2022, cumprindo uma promessa feita durante a competição. Marcela relembra a tensão da final disputada no Catar e a festa que tomou conta das ruas de Canasvieiras após a vitória argentina.

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O casal decidiu se mudar para Florianópolis após diversas viagens de férias à cidade. Em busca de tranquilidade e qualidade de vida, trouxe também a filha mais nova, que hoje, aos 15 anos, está totalmente adaptada à cultura local. “Ela já fala e tem a linguagem corporal das brasileiras. É muito feliz aqui, e isso é o mais importante”, conta Marcela.

Além do amor pelo futebol, os argentinos conquistaram os moradores da região com a cafeteria especializada em produtos típicos do país vizinho. O destaque do cardápio são as medialunas de manteiga, consideradas o “carro-chefe” do negócio e responsáveis por atrair cada vez mais clientes brasileiros.

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