MATO GROSSO

ELEIÇÕES 2026

Em entrevista, Wellington Fagundes ressalta histórico de participação obras em cartão de visitas para disputar o Governo de MT

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Senador resgata trajetória de décadas no Congresso e destaca atuação por infraestrutura, municípios e desenvolvimento do Estado

 

Com mais de três décadas de vida pública, Wellington Fagundes (PL) aposta no histórico de trabalho para disputar o Governo de Mato Grosso. A trajetória começou no comércio da família, passou pela atuação empresarial e pela Prefeitura de Rondonópolis, até chegar à Câmara dos Deputados e ao Senado. Ao relembrar esse caminho, o senador procura mostrar que sua candidatura é sustentada por uma experiência construída ao longo de anos de atuação no Estado e em Brasília.

 

Eu não estou aqui apenas por eleição. Eu nasci em Mato Grosso, me preparei para poder hoje estar aqui nessa condição de candidato. Estou pronto, preparado e energizado para fazer mais por Mato Grosso e pela nossa população.” Wellington destaca que a candidatura, na visão dele, é consequência de uma trajetória marcada pelo trabalho e pela preparação, e não apenas de uma decisão eleitoral.

 

Entre os principais capítulos dessa trajetória está a atuação em obras de infraestrutura. Wellington relembrou a participação em articulações pela duplicação da BR-163, pela Serra de São Vicente e por outros trechos estratégicos para o transporte da produção. Também citou a luta pela expansão ferroviária e pela conexão de Mato Grosso com os grandes corredores de escoamento.

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Eu comecei a sonhar a duplicação de Rondonópolis a Cuiabá junto com Jota Barreto e Jonas Pinheiro. Colocamos os primeiros recursos de emendas para fazer a Serra de São Vicente, que era um dos grandes problemas, e conseguimos avançar.” Ao contar essa história, o senador procura associar seu nome a obras que considera fundamentais para a transformação da infraestrutura mato-grossense.

 

Outro ponto destacado por Wellington é a relação construída com os municípios. Ele afirma que sua atuação nunca ficou concentrada apenas na capital e que percorreu diferentes regiões ao longo dos mandatos. “Eu trabalhei pelos 141 municípios e agora temos mais um, o 142º. Esse é o meu trabalho.” A fala reforça o discurso municipalista que pretende levar para a campanha ao Governo.

 

O senador também defende que sua capacidade de articulação ultrapassa as divisões partidárias. “Eu sempre trabalhei com todos da bancada, com todos os governos que passaram e com todos os presidentes. Eu não olho o corpo partidário para trabalhar. Fui eleito para responder ao voto.” Para Wellington, essa postura foi determinante para abrir portas em Brasília e viabilizar recursos para Mato Grosso mesmo em diferentes cenários políticos.

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Durante a entrevista, ele também resgatou a influência de figuras que marcaram sua formação política, como Jonas Pinheiro e Roberto Campos, além de destacar sua participação em medidas econômicas e na defesa do agronegócio. “Uma das coisas que conseguimos foi o Fundo de Compensação das Exportações. Isso representa uma luta que fizemos por Mato Grosso e que trouxe resultados importantes para o Estado.

 

Ao apresentar esse retrospecto, Wellington tenta transformar sua passagem pelo Congresso em um verdadeiro cartão de visitas para a disputa estadual. “Eu me preparei, eu estudei e tenho experiência. Não sou um produto de ocasião; sou resultado de uma vida de luta e trabalho”, ressaltou.

 

A disputa pelo Governo, no entanto, ainda será marcada pelo debate entre diferentes projetos e candidatos, cabendo ao eleitor avaliar as experiências, propostas e prioridades apresentadas para o futuro de Mato Grosso.

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