O DJ Tiago Moreira da Cunha Júnior, conhecido como Tigas, e outras cinco pessoas foram presas nesta sexta-feira (6) suspeitas de integrar um grupo especializado em tráfico de drogas sintéticas em festas de música eletrônica em Cuiabá, Várzea Grande e Alta Floresta. As identidades dos outros envolvidos não foram divulgadas.
Segundo a Polícia Civil, Tigas organizava eventos de música eletrônica, criando ambiente propício para a venda de drogas como ecstasy, LSD, maconha e cocaína. Dois dos seis suspeitos já estavam presos e tiveram novos mandados de prisão preventiva decretados. Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão e seis de busca e apreensão domiciliar.
As investigações apontaram que os pagamentos ao grupo eram feitos principalmente por Pix, utilizando contas de empresas e de terceiros como “laranjas”, dificultando a rastreabilidade dos recursos. Além do tráfico, os suspeitos também estariam envolvidos em negociações de armas de fogo, ampliando a gravidade das infrações.
Nas redes sociais, Tiago se apresenta como produtor de eventos e fundador de uma empresa de produção de festas. O g1 entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.



























