Em entrevista exclusiva, Amarildo Pereira, presidente do Sicoob Integração, detalha expansão, impacto no agronegócio, responsabilidade social e estratégias para atrair novos cooperados.
O cooperativismo financeiro vem ganhando cada vez mais força em Mato Grosso. Nos últimos quatro anos, o Sicoob Integração praticamente triplicou seus ativos, passando de R$ 400 milhões para R$ 1,1 bilhão, e expandiu sua presença no estado com 26 agências. A instituição também fortaleceu o atendimento a pessoas físicas, empresas e produtores rurais, consolidando-se como uma referência no setor.
Em entrevista exclusiva, Amarildo Pereira, presidente do Sicoob Integração, detalhou a trajetória de crescimento da cooperativa, os resultados financeiros alcançados, a expansão para o interior do estado e o impacto social das ações promovidas pelo sistema cooperativo. Ele também falou sobre os desafios de enfrentar a concorrência de bancos tradicionais e digitais e sobre as estratégias adotadas para atrair novos cooperados e ampliar a participação no mercado.
Com uma gestão moderna, foco em governança e investimentos contínuos em infraestrutura, a cooperativa reforça seu compromisso com a comunidade e mostra como o cooperativismo financeiro pode gerar benefícios econômicos e sociais significativos.
Abaixo, a entrevista completa com Amarildo Pereira:
RDM Online: Presidente, a partir do balanço financeiro mais recente, qual é a avaliação do senhor sobre o desempenho da Sicoob em Mato Grosso e quais resultados mais demonstram o crescimento e a solidez da cooperativa?
Amarildo Pereira: Desde que fomos eleitos para a nova diretoria e para o novo conselho, iniciamos um processo de transformação significativo dentro da cooperativa. Estamos atualmente no segundo mandato, que teve início em 2022. Até aquele momento, a cooperativa operava com um modelo de gestão diferente do que adotamos hoje e possuía uma estrutura considerada pequena, com ativos que giravam em torno de R$ 400 milhões a R$ 450 milhões.
Ao assumirmos a gestão, promovemos uma renovação dentro do sistema Sicoob Integração e implementamos um novo modelo de governança, baseado em uma cultura organizacional mais moderna, eficiente e orientada para resultados. A partir dessas mudanças, a cooperativa passou por um crescimento expressivo, alcançando, em apenas quatro anos, a marca de aproximadamente R$ 1,1 bilhão em ativos. Ou seja, saímos de cerca de R$ 400 milhões e praticamente triplicamos esse volume em um curto período de tempo.
Durante esse intervalo, especialmente entre os anos de 2022 e 2025, a cooperativa superou todos os recordes históricos de desempenho. Já no primeiro ano da nova gestão, registramos o melhor resultado da história da instituição. No ano seguinte, esse resultado foi ainda mais expressivo. Houve um período posterior com desempenho um pouco inferior ao recorde anterior, mas ainda assim entre os melhores já alcançados pela cooperativa.
RDM Online: Como as cooperativas filiadas à Sicoob Central Rondon participam diretamente do crescimento e dos resultados consolidados do sistema Sicoob no estado?
Amarildo Pereira: Aqui na Sicoob Central Rondon, contamos atualmente com oito cooperativas filiadas. Desde a sua criação, em 2002, até o ano de 2013, a Central adotou um modelo de gestão que contribuiu de forma importante para o fortalecimento das cooperativas e para o desenvolvimento regional.
A partir de 2014, no entanto, teve início um novo ciclo de transformação. Houve uma mudança na gestão da Central Rondon, marcada pelo aperfeiçoamento técnico e pela profissionalização da administração. Foram incorporados profissionais altamente qualificados, o que elevou o nível de governança e eficiência institucional. Esse novo modelo de gestão proporcionou avanços significativos, tanto para a Central quanto para as cooperativas filiadas.
Como resultado desse processo, a Central saiu de um patamar considerado modesto, com cerca de R$ 800 milhões em ativos na época, e alcançou um crescimento expressivo ao longo dos anos. Atualmente, a instituição administra mais de R$ 7 bilhões em ativos, consolidando-se como uma organização sólida, estruturada e com papel relevante no fortalecimento do cooperativismo financeiro e no desenvolvimento econômico da região.
RDM Online: Presidente, a adoção de uma gestão mais técnica e a contratação de profissionais qualificados contribuíram para o avanço da cooperativa. Qual foi o impacto dessas mudanças nos resultados recentes?
Amarildo Pereira: Também houve mudanças no próprio modelo de atuação do conselho e da diretoria. A partir de 2022, passamos a adotar um formato de gestão um pouco diferente daquele que era aplicado anteriormente. Antes de assumir a presidência, eu já integrava o Conselho de Administração e, nessa função, conseguia identificar diversas situações que poderiam ser conduzidas de forma diferente e mais eficiente.
Não se trata de desmerecer o trabalho realizado no passado, que também teve sua contribuição para o desenvolvimento da cooperativa. No entanto, existiam novas visões e ideias que poderiam aperfeiçoar ainda mais o modelo de gestão. Como conselheiro, eu não tinha autonomia suficiente para implementar essas mudanças.
RDM Online: Como a cooperativa tem se preparado para enfrentar os atuais desafios econômicos, como a inflação elevada, as altas taxas de juros e o aumento da inadimplência, e quais estratégias vêm sendo adotadas para manter o equilíbrio financeiro e a segurança dos cooperados?
Amarildo Pereira: Quando assumimos a gestão, a cooperativa possuía uma reserva de aproximadamente R$ 600 mil. É semelhante à realidade de um cidadão que não consegue formar uma poupança ou uma reserva financeira. Quando surge um período difícil, seja por um problema de saúde ou pela perda de renda, a ausência dessa reserva pode gerar dificuldades e instabilidade financeira. Com as cooperativas ocorre o mesmo: é fundamental constituir reservas para garantir segurança em momentos adversos.
Ao longo dos últimos cinco anos, com a melhora dos resultados, adotamos uma postura de prudência e fortalecemos significativamente as reservas da cooperativa. Essa decisão se mostrou essencial, especialmente diante de 2025, que foi um ano extremamente desafiador. Nesse momento, a reserva tem cumprido um papel fundamental, contribuindo para dar sustentação à cooperativa e enfrentar a redução de resultados.
Além disso, houve a implementação da nova regra contábil estabelecida pela Resolução nº 4.966, que entrou em vigor em janeiro de 2026. Essa mudança alinhou o sistema contábil brasileiro aos padrões internacionais, promovendo maior transparência e rigor nos registros financeiros. No entanto, o sistema financeiro como um todo ainda está em processo de adaptação.
RDM Online: Como o cooperativismo de crédito tem apresentado crescimento expressivo em Mato Grosso, de que forma o Sicoob tem atuado para ampliar sua base de cooperados e fortalecer ainda mais sua presença no estado?
Amarildo Pereira: Então, até quatro anos atrás, nós tínhamos 12 agências. A partir disso, elaboramos um plano de expansão com o objetivo de alcançar mais pessoas e estar mais próximos dos cooperados. Com essa estratégia, ampliamos nossa presença para 26 agências, mais que dobrando o tamanho da cooperativa, justamente para fortalecer esse atendimento direto ao cliente.
Esse movimento não ocorreu apenas com a Sicoob Integração. Praticamente todas as cooperativas filiadas à Central Rondon também colocaram em prática seus planos de expansão e avançaram significativamente em diversas cidades.
Hoje, conseguimos atender praticamente todo o território do estado de Mato Grosso, com presença em grande parte dos municípios. Além disso, a Central Rondon ampliou sua atuação para outros estados, como Mato Grosso do Sul, Pará e Goiás, consolidando uma presença regional em quatro estados e fortalecendo ainda mais o sistema cooperativo nessas regiões.
RDM Online: Quais produtos e serviços tiveram maior impacto no desempenho da cooperativa neste último período e de que forma eles contribuíram para o crescimento e fortalecimento do Sicoob?
Amarildo Pereira: Somos muito fortes na concessão de empréstimos para pessoa física, especialmente no crédito rotativo. Também temos grande atuação no atendimento à pessoa jurídica e, principalmente, no agronegócio. Com o avanço da cooperativa para o interior, registramos um crescimento expressivo nesse segmento.
Para se ter uma ideia, a unidade de Diamantino foi inaugurada logo após assumirmos a gestão. Iniciamos as atividades em uma pequena sala de aproximadamente 20 metros quadrados, com apenas uma mesa e um colaborador. Em poucos meses, devido à rápida expansão, alugamos um espaço maior e, posteriormente, construímos uma agência própria, estruturada para atender à crescente demanda.
Esse processo começou há cerca de quatro anos e, atualmente, a agência de Diamantino se tornou uma das mais fortes e produtivas da Sicoob Integração.
RDM Online: O setor do agronegócio representa hoje o principal público estratégico da cooperativa e pode ser considerado a base mais relevante entre os associados do Sicoob?
Amarildo Pereira: Eu acredito que esse resultado seja fruto de diversos fatores. Também contamos com uma presença muito forte do setor empresarial aqui na Baixada Cuiabana, que tem grande relevância dentro da cooperativa.
A maior parte desse público está concentrada no segmento de pessoa jurídica, que representa uma parcela significativa da nossa atuação na região. Esse perfil empresarial da Baixada Cuiabana contribui diretamente para o fortalecimento da cooperativa e para a ampliação das nossas operações.
RDM Online: O Sicoob tem participado de parcerias regionais e da operacionalização de programas de crédito, como linhas com recursos garantidos por iniciativas estaduais, a exemplo do MT Garante. Qual é a importância dessas parcerias para ampliar o acesso ao crédito e fortalecer o desenvolvimento dos associados e da economia regional?
Amarildo Pereira: Esses programas vêm justamente para fomentar o acesso ao crédito, especialmente para os pequenos tomadores, que muitas vezes enfrentam dificuldades para conseguir financiamento. Em muitos casos, eles estão em uma classificação que, sem o apoio de um fundo garantidor, não permite a liberação de recursos nem em cooperativas nem em bancos.
Nesse contexto, iniciativas como o MT Fomento surgem para colaborar e facilitar esse acesso. No entanto, nem sempre o processo é tão simples quanto parece. Muitas vezes, a facilidade anunciada não se confirma totalmente na prática, e o tomador ainda enfrenta algumas exigências e critérios que precisam ser atendidos.
RDM Online: Como a instituição avalia o papel do cooperativismo financeiro diante da forte concorrência dos bancos tradicionais e das plataformas digitais? Existe um plano estratégico de gestão já estruturado para fortalecer a competitividade, ampliar a participação no mercado e garantir um crescimento sustentável nos próximos anos?
Amarildo Pereira: Realmente, comparar uma cooperativa com um banco não é uma tarefa simples. Isso porque os bancos, de forma geral, sempre atuaram em um ambiente bastante favorável, com grande capacidade de expansão e lucros expressivos ao longo dos anos. Eles cresceram de forma significativa e, ainda hoje, apresentam resultados financeiros muito elevados.
Já a cooperativa tem uma origem e uma estrutura completamente diferentes. Ela nasce pequena, muitas vezes com um grupo reduzido de pessoas, e os próprios cooperados são os donos da instituição. O funcionamento depende diretamente do capital social, que é formado pelas contribuições feitas pelos associados no momento em que ingressam na cooperativa. Esse capital é o que sustenta as operações e permite a concessão de crédito.
Se compararmos os números, a diferença é expressiva. Enquanto um banco pode ter um capital de 70 ou 80 bilhões de reais, uma cooperativa pode ter, por exemplo, entre 120 e 130 milhões. E o capital é fundamental, pois é ele que serve de base para as operações financeiras. Pelas regras do Banco Central, uma instituição pode emprestar várias vezes o valor do seu capital. Assim, com 100 milhões de reais em capital, é possível emprestar cerca de 700 a 800 milhões de reais.
RDM Online: Presidente, como o Sicoob avalia sua responsabilidade social e sua contribuição para o desenvolvimento econômico e financeiro das comunidades onde atua? A instituição possui metas e indicadores sociais específicos para medir esse impacto e acompanhar os resultados dessas ações?
Amarildo Pereira: Esse é um ponto extremamente importante e representa uma das maiores diferenças em relação às instituições bancárias tradicionais. O símbolo do cooperativismo, representado por dois pinheiros, traduz exatamente essa essência: um representa o lado econômico e o outro, o lado social. O cooperativismo é fundamentado nesse equilíbrio entre desenvolvimento financeiro e responsabilidade com a comunidade.
O aspecto econômico garante que o cooperado tenha acesso a melhores condições financeiras, com taxas mais competitivas, melhores rendimentos para quem aplica e crédito mais acessível. Ao mesmo tempo, os resultados obtidos retornam para o próprio cooperado e também beneficiam diretamente a comunidade onde a cooperativa está inserida.
Já o segundo pinheiro simboliza o compromisso social. Esse princípio se materializa por meio de diversas ações sociais, educacionais e comunitárias promovidas pelas cooperativas. No caso do Sicoob, por exemplo, existe o apoio direto do Instituto Sicoob, que incentiva e orienta as cooperativas a desenvolverem iniciativas voltadas ao impacto social.
RDM Online: Presidente, quais são as perspectivas do Sicoob para os próximos anos em relação ao crescimento financeiro, à expansão de unidades e aos investimentos no estado?
Amarildo Pereira: As cooperativas seguem investindo fortemente em expansão e modernização. Todas mantêm um plano contínuo de crescimento, com a abertura de novas agências tanto em Cuiabá e na Baixada Cuiabana quanto em municípios do interior do estado. Um exemplo recente é Brasnorte, onde, apesar de já haver uma unidade em funcionamento, foi inaugurado um novo prédio, mais moderno e estruturado, reforçando a presença do cooperativismo na cidade.
Além da expansão, também há um amplo processo de modernização das estruturas existentes. Esse mesmo padrão está sendo adotado nas agências. Diversas unidades estão sendo reformadas ou substituídas por prédios novos, mais modernos e funcionais.
Atualmente, a cooperativa conta com mais de 25 agências e segue investindo na melhoria contínua das estruturas, com o objetivo de oferecer mais conforto, eficiência e qualidade no atendimento, além de fortalecer ainda mais o cooperativismo nas regiões onde atua.
RDM Online: Qual é a estratégia de marketing da cooperativa para enfrentar essa previsão de desafios futuros? Como vocês estão trabalhando a divulgação, considerando também a concorrência de outras cooperativas, como a Sicredi, que atua na mesma linha e investe no mercado?
Amarildo Pereira: Para enfrentar esse cenário, a estratégia é clara e já vem sendo colocada em prática. O foco está no aprimoramento dos procedimentos internos, com investimentos em automação, capacitação das equipes e melhoria contínua na análise e concessão de crédito, garantindo mais segurança e eficiência nas operações.
Esse é o caminho que devemos seguir em 2026: fortalecer ainda mais o capital da cooperativa e manter um crescimento sustentável, com responsabilidade e planejamento.
Além disso, continuaremos trabalhando para atrair novos cooperados, especialmente pessoas com bom perfil financeiro e capacidade de investimento, contribuindo para o fortalecimento da cooperativa.
RDM Online: Presidente, para finalizar, qual mensagem o senhor gostaria de deixar aos colegas e à população após sua atuação à frente da presidência?
Amarildo Pereira: Eu venho do cooperativismo. Nasci dentro de uma cooperativa, sou do Paraná e comecei minha trajetória profissional trabalhando em uma cooperativa, que foi meu primeiro emprego. Depois, vim para Mato Grosso para seguir outros caminhos, mas acabei retornando ao cooperativismo, porque é algo que está na minha essência.
Por isso, sempre incentivo todos os cidadãos, especialmente aqui da Baixada Cuiabana, a se associarem a uma cooperativa. A cooperativa é diferente de um banco. Muitas pessoas falam sobre filantropia e doações, mas, quando conhecem de perto o que o cooperativismo faz pela comunidade, passam a enxergar de outra forma.
Elas percebem que, em vez de manter seu dinheiro ou buscar crédito em um banco tradicional, podem se associar a uma cooperativa, que, além de oferecer serviços financeiros, também gera benefícios sociais e contribui diretamente com o desenvolvimento da comunidade. Ainda há muitas pessoas que não conhecem ou não compreendem plenamente o que é o cooperativismo e o impacto positivo que ele promove na sociedade.

RDM Online: Presidente, ainda existe resistência da população da Baixada Cuiabana em se associar a uma cooperativa? Isso se deve, principalmente, à falta de conhecimento sobre o sistema?
Amarildo Pereira: Eu acredito que sim, principalmente porque, no passado, ocorreram alguns problemas. Naquela época, as cooperativas não contavam com o fundo garantidor, como existe hoje. Atualmente, o fundo garantidor assegura até R$ 250 mil por pessoa física, o que traz muito mais segurança aos cooperados.
No passado, quando uma cooperativa enfrentava dificuldades e tinha uma gestão inadequada, o Banco Central realizava a liquidação da instituição, o que, na prática, significava sua falência. Isso gerou insegurança e desconfiança em muitas pessoas.
Hoje, a realidade é diferente. As cooperativas contam com mecanismos próprios de proteção dentro do sistema cooperativista, além da supervisão do Banco Central. Se uma cooperativa apresenta dificuldades, existem instrumentos para recuperação, incorporação ou reorganização, evitando prejuízos aos cooperados e garantindo maior estabilidade ao sistema.
Ainda existe certa resistência por parte de algumas pessoas, principalmente por falta de informação ou por experiências negativas do passado, inclusive com casos registrados em Cuiabá. No entanto, atualmente, o sistema cooperativo é muito mais sólido, seguro e estruturado.
RDM Online: Presidente, o que é necessário para superar a imagem negativa do passado e incentivar a população a se associar à cooperativa atualmente?
Amarildo Pereira: É exatamente isso que buscamos fazer: levar informação e conhecimento ao cidadão. E como realizamos esse trabalho? Principalmente por meio dos nossos próprios cooperados. Nós conversamos com eles, orientamos e mostramos como funciona o cooperativismo.
O cooperado, inclusive, tem participação ativa dentro da cooperativa. Ele possui representantes no conselho, participa da gestão e acompanha as decisões. Por isso, incentivamos que o próprio cooperado compartilhe essa experiência com as pessoas próximas, como familiares, amigos e conhecidos, mostrando que a cooperativa é uma instituição segura e que muitos dos problemas que existiam no passado já foram superados.
RDM Online: E neste ano, o senhor espera que mais pessoas se associem à cooperativa, mesmo diante das dificuldades mencionadas e da concorrência crescente dos bancos digitais, que têm investido forte em publicidade?
Amarildo Pereira: O cooperativismo tem apresentado um crescimento expressivo no país, com taxas entre 15% e 20% ao ano. Trata-se do sistema financeiro que mais cresce no Brasil, superando, inclusive, o ritmo de expansão dos bancos tradicionais, que registram índices bem menores.
O crescimento no número de cooperados também é significativo. Saímos de cerca de 23 mil cooperados e, atualmente, contamos com 45 mil. Todos os anos, desenvolvemos projetos com a meta de ampliar esse número em 4 mil a 5 mil novos cooperados, o que representa uma expansão consistente e contínua.
Hoje, o Sistema Sicoob é o maior sistema cooperativo em número de agências no país. Em junho de 2024, inclusive, ultrapassou o Banco do Brasil em quantidade de unidades, consolidando-se como a maior rede de atendimento entre as cooperativas financeiras brasileiras.
















