MATO GROSSO

INVESTIGAÇÃO À VISTA

Câmara mira transporte coletivo e vereadores querem CPI para investigar empresa de ônibus em Várzea Grande

publicidade

publicidade

Parlamentares apontam possíveis falhas no serviço, atraso na entrega de veículos e dúvidas sobre o cumprimento de compromissos assumidos pela concessionária

 

O transporte coletivo de Várzea Grande entrou na mira da Câmara Municipal. Vereadores protocolaram um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na atuação da União Transporte e Turismo Ltda., empresa responsável pelo serviço na cidade. A iniciativa foi liderada pelo vereador Caio Cordeiro (Novo) e recebeu apoio de outros parlamentares.

A proposta prevê uma ampla investigação sobre a concessão do transporte coletivo entre 2016 e 2026. Entre os principais alvos da apuração estão possíveis descumprimentos contratuais, falhas operacionais e o cumprimento dos compromissos firmados entre a empresa e a Prefeitura por meio da Mesa Técnica nº 05/2025.

Os vereadores querem esclarecer denúncias sobre uma possível redução da frota em circulação, uso de veículos vinculados a outros contratos e falta de comprovação de medidas anunciadas como executadas pela concessionária. A suspeita é de que parte das obrigações tenha sido considerada cumprida sem a apresentação da documentação detalhada necessária.

Leia Também:  Governo estadual paga servidores nesta quinta-feira, incluindo 50% do 13° salário aos efetivos

Outro ponto que promete ser investigado é a entrega de novos ônibus e a implantação de melhorias prometidas aos usuários. Equipamentos como ar-condicionado, Wi-Fi, biometria facial, câmeras de monitoramento, GPS e sistemas digitais de atendimento estão entre os itens que deverão passar por uma rigorosa verificação.

A CPI também pretende analisar se houve avanços reais na revisão dos itinerários, no reforço da frota e na redução do tempo de espera dos passageiros. Essas medidas foram apresentadas como soluções para melhorar o transporte público, mas agora serão confrontadas com documentos e informações técnicas.

Caso seja instalada, a comissão terá prazo de 120 dias para concluir os trabalhos e será formada por cinco vereadores escolhidos por sorteio. Durante as investigações, representantes da empresa, agentes públicos e usuários do sistema poderão ser convocados para prestar esclarecimentos sobre a qualidade e a execução do serviço prestado à população.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

Slide anterior
Próximo slide

publicidade