Trump concede green card a Eduardo

O governo dos Estados Unidos concedeu um green card ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. O documento garante a permanência do político por prazo indeterminado nos país norte-americano. A liberação do cartão de residência ocorre em um momento de tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e o Brasil por conta do aumento de tarifas, além de desdobramentos judiciais envolvendo o ex-parlamentar.
Sem extradição
Eduardo foi condenado recentemente pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo, após a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado. A extradição seria uma das alternativas da Justiça brasileira para fazer com que o ex-deputado cumprisse a pena. Com a emissão do green card isso fica mais difícil.
Residência permanente
O documento permite que estrangeiros residam e trabalhem legalmente nos Estados Unidos por tempo indeterminado, desde que cumpram as regras da legislação migratória norte-americana.
Flávio recusa segurança da PF

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou que vai abrir mão da equipe de segurança da Polícia Federal destinada a candidatos ao Planalto durante a campanha eleitoral de 2026. Em redes sociais, Flávio disse que não confia na atual direção da PF, comandada por Andrei Rodrigues, e alegou temer a presença de eventuais “infiltrados” em sua campanha.
“Não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”, escreveu o senador.
Flávio também afirmou que, caso seja eleito, pedirá que os agentes que ficariam à sua disposição sejam deslocados para investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS.
Malafaia abandonaria Flávio Bolsonaro?

Vídeo privado
Aliados do presidenciável também relataram conversas com o líder religioso sobre a possibilidade de um vídeo privado do senador vir à tona durante a campanha. Malafaia respondeu nessas conversas que a eventual divulgação de um vídeo privado não o afastaria de Flávio, diferentemente da hipótese de corrupção ou desvio de dinheiro.
Michelle refuta aceno de Zema

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) rejeitou a possibilidade de ser vice na chapa do pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) e afirmou que a composição “não pode sequer ser cogitada”. A manifestação ocorreu depois de Zema dizer, durante o 10º Encontro Nacional do Novo, em São Paulo, que Michelle estava entre as opções avaliadas para ocupar o posto de vice em sua chapa nas eleições deste ano.
Impedimento político
Michelle disse que ainda não definiu se disputará algum cargo. “Primeiro, eu não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta não pode sequer ser cogitada”, afirmou. Ela também citou sua permanência no PL e apontou um impedimento político para a hipótese levantada por Zema, já que o partido tem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência.
“Um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários”, escreveu Michelle. “Portanto, não há nenhuma possibilidade de isso acontecer”, acrescentou.
Possível composição
Zema mencionou o nome da ex-primeira-dama após ser questionado sobre uma possível composição, motivada por curtidas de Michelle em publicações dele nas redes sociais. “É uma possibilidade, sim, como outras também são. Nome ficha limpa é sempre um nome muito bom”, declarou o pré-candidato.
Zema ataca Moraes, Mendes e cotas

Ditadura da extorsão
“O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”, disse, para em seguida estender a crítica ao Judiciário, citando nominalmente os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
Brasil, o 2º mais tarifados pelos EUA

Soma temporária
Corrida contra o tempo

O governo Lula enfrenta uma corrida contra o tempo para aprovar pautas prioritárias no Congresso Nacional antes que o calendário eleitoral interrompa e esvazie as atividades legislativas em Brasília. Com a aproximação do período em que parlamentares voltam suas atenções para a articulação política nos estados, a liderança do Executivo busca concentrar esforços para viabilizar a votação de projetos estratégicos antes da paralisação dos trabalhos.
Entre os temas centrais da agenda governamental está a proposta de emenda à Constituição que visa discutir o fim da jornada de trabalho no formato 6×1. A medida ganhou tração no debate público e mobiliza debates acalorados sobre direitos trabalhistas e produtividade. Outro tópico prioritário para a gestão federal é o avanço das regulamentações relativas aos minerais críticos, considerados peças essenciais para a transição energética e para o plano de reindustrialização do país.
Janela restrita
A janela de oportunidade para deliberação, no entanto, é restrita. Historicamente, em anos de disputa eleitoral, a movimentação nas comissões e nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado sofre um forte declínio a partir do meio do ano, momento em que os congressistas intensificam suas agendas de campanha. Para tentar viabilizar as aprovações antes desse esvaziamento, a articulação política do Palácio do Planalto tenta garantir quórum e costurar consensos entre as bancadas.
Leila e Michelle lideram no DF

Pesquisa do instituto Paraná Pesquisas no Distrito Federal indica que a senadora Leila do Vôlei (PDT) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lideram a disputa pelas duas vagas ao Senado Federal na eleição de 2026.
Cenário indefinido
Na modalidade espontânea da pesquisa — momento em que nenhum nome é apresentado ao eleitor —, o nível de indefinição sobre o pleito para o Senado ainda é bastante elevado no Distrito Federal. Os dados mostram que 80,2% dos entrevistados declararam não saber ou não opinaram, enquanto 6,5% afirmaram que votarão em ninguém, branco ou nulo.
Percentuais
Ainda no cenário espontâneo, Michelle Bolsonaro desponta na frente com 4,9% das citações, seguida pela deputada federal Erika Kokay (PT), com 3%, e pela senadora Leila do Vôlei, que soma 2,7%. Na sequência, aparecem a deputada federal Bia Kicis, do PL, (1,6%), o ex-governador Ibaneis Rocha, do MDB, (0,7%), Sebastião Coelho, do Novo, (0,3%) e o deputado federal Rafael Prudente, do MDB, (0,2%). Outros nomes citados somaram 0,8%.
Cenários estimulados
Nas simulações estimuladas, nas quais os eleitores puderam escolher até dois nomes entre os apresentados para as duas cadeiras no Senado, Leila do Vôlei e Michelle Bolsonaro figuram nas primeiras posições em todos os arranjos testados.

Testes para elevar teor de etanol na gasolina

O plano para elevar a mistura de etanol anidro na gasolina para 35% (E35) avançou para uma nova etapa, com previsão de início dos novos testes técnicos programada para setembro. O processo envolve a definição prévia dos critérios de avaliação para medir os impactos do combustível nos motores e componentes veiculares.
Calendário de testes
O cronograma prevê a implementação da mistura E32 por um período de 180 dias a partir de agosto. A fase intermediária servirá para verificar o comportamento mecânico dos veículos antes da eventual transição para o índice de 35%.
Nikolas, o mais influente no Instagram

Um estudo sobre o desempenho e a presença digital de figuras públicas nas redes sociais apontou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) como o político de maior alcance e relevância no Instagram. O parlamentar atingiu a marca expressiva de uma média de 1,47 milhão de interações por publicação, encabeçando a lista dos nomes mais impactantes do ambiente digital.
Grande disparidade
Os dados apurados pela empresa de inteligência de dados Zeeng revelam que o presidente Lula (PT) ocupa posições consideravelmente mais baixas na plataforma. No levantamento, o chefe do Executivo figura abaixo inclusive de parlamentares municipais filiados ao PL, o que evidencia a grande disparidade na tração de conteúdos entre a base governista e as forças da oposição nas redes.
Predomínio da direita
A pesquisa expõe a forte hegemonia de perfis alinhados ao espectro político da direita e do público masculino entre as posições mais altas de engajamento. No grupo dos dez primeiros colocados, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro aparece em segundo lugar. Já a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) surge na quarta posição do ranking, sendo a única representante do campo progressista a figurar no top 10.
Indefinição de Cleitinho movimenta cenário em Minas

Com o início oficial do período de convenções partidárias para o pleito deste ano, o cenário político em Minas Gerais continua marcado por incertezas e intensas articulações no campo da direita e do centro-direita. O principal elemento de indefinição no estado gira em torno das decisões do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), cuja movimentação tem o potencial de reconfigurar o tabuleiro eleitoral e impactar diretamente as alianças locais.
Palácio Tiradentes
Apesar do pontapé inicial dado pelas siglas para formalizar suas chaves e coligações, Cleitinho ainda não cravou publicamente se lançará sua candidatura própria ao governo de Minas Gerais ou se optará por apoiar outro pré-candidato na disputa pelo Palácio Tiradentes. A postura do parlamentar tem gerado expectativa entre as lideranças partidárias, uma vez que seu capital político e o desempenho que demonstra em pesquisas internas de intenção de voto o colocam como uma figura central no processo decisório do estado.
Patrus Ananias confirma candidatura

O deputado federal Patrus Ananias (PT-MG) confirmou nesta segunda-feira (20) que será pré-candidato ao Governo de Minas Gerais nas eleições de outubro, após um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação foi divulgada pelo próprio parlamentar em publicação nas redes sociais.
Reunião com Lula
A decisão encerra um período de indefinição dentro do PT sobre a disputa no segundo maior colégio eleitoral do país. A candidatura foi definida após uma reunião entre Patrus e Lula na semana passada, depois de uma série de tentativas frustradas da legenda de convencer outros nomes a disputar o governo mineiro.
PT enfrentou dificuldades
A escolha de Patrus ocorreu depois que diversas alternativas consideradas estratégicas pelo PT não prosperaram. O plano inicial de Lula era lançar o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB). Após meses de negociações e especulações, porém, Pacheco anunciou que deixará a vida pública ao término de seu mandato no Senado, descartando a candidatura ao governo estadual.
Eleitorado chega a 158,7 milhões

O Brasil tem 158,7 milhões de eleitores aptos a votar nas Eleições de 2026, informou o Tribunal Superior Eleitoral nesta segunda-feira (20). O número representa crescimento de 1,46% em relação às eleições gerais de 2022, quando o país registrava 156,4 milhões de pessoas com direito ao voto.
Comparativo
A Justiça Eleitoral contabiliza 2,29 milhões de eleitores a mais no comparativo com a disputa presidencial anterior. O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro, daqui a 76 dias, e o segundo turno está marcado para 25 de outubro, se houver necessidade para cargos majoritários.
PGR nega arquivar ação de Gilmar contra Vieira

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, negou o pedido de arquivamento feito pela defesa do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e deu andamento à representação apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), remetendo o processo para providências da Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe.
Imunidade parlamentar
A manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou os argumentos levantados pelo parlamentar, que pedia o arquivamento sumário do caso sob a justificativa de que suas atitudes estariam resguardadas e protegidas pela imunidade parlamentar. Ao examinar a representação efetuada pelo ministro do STF, Gonet destacou que enxerga indícios de abuso de poder político no indiciamento do magistrado promovido no âmbito da CPI do Crime Organizado.
Ciro pode apoiar Caiado ou Renan

O ex-ministro e pré-candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB) afirmou que poderá apoiar Ronaldo Caiado (PSD) ou Renan Santos (Missão) na eleição presidencial de 2026. Segundo Ciro, a definição sobre quem receberá o apoio do PSDB na disputa pelo Palácio do Planalto ainda depende de discussões internas, após a desistência de Aécio Neves de concorrer à Presidência da República. O tucano disse que mantém conversas com o ex-senador Tasso Jereissati para definir o posicionamento da legenda.
“Eu, por exemplo, me dou muito com Ronaldo Caiado. Votaria nele sem nenhuma dificuldade. Estou acompanhando essa novidade que apareceu, que é o Renan Santos, que me parece uma pessoa que, a despeito de jovem, está falando coisas muito verdadeiras, embora aqui e ali tenha exageros. Também é uma possibilidade. Mas nós vamos ter que fazer isso juntos”, declarou.
FRASE DO DIA
“Na política a gente só não dá jeito para a morte”

















