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Justiça impede apuração de eleição da AMM

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A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) concluiu nesta quarta-feira (23) a votação para a nova diretoria, mas o resultado não poderá ser divulgado por enquanto. A Justiça determinou que as urnas permaneçam lacradas e proibiu a contagem dos votos, em razão de questionamentos sobre a legalidade da convocação do pleito.

Segundo a entidade, 111 dos 142 prefeitos aptos participaram da eleição. O processo havia sido iniciado em 16 de setembro, mas foi interrompido após liminar da desembargadora Marilsen Andrade Addario, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em ação movida pelo prefeito de Nova Xavantina, João Machado Neto (União). Ele questiona a alteração do estatuto que permitiu antecipar a eleição.

Na primeira etapa, 99 prefeitos já haviam votado quando a AMM foi notificada da decisão judicial, enquanto outros seis aguardavam para registrar o voto. Na sexta-feira (18), a 11ª Vara Cível de Cuiabá autorizou a retomada do processo apenas para os prefeitos que ainda não haviam votado. Posteriormente, o desembargador Hélio Nishiyama autorizou a continuidade da coleta dos votos, mas manteve suspensa a apuração.

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A disputa tem chapa única, encabeçada pelo atual presidente da AMM, Hemerson Lourenço Máximo, conhecido como Maninho, para o mandato de 2027 a 2029. Com a votação encerrada, caberá agora à Justiça definir quando as urnas poderão ser abertas e os votos apurados, além dos próximos passos do processo eleitoral.

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