Dossiê anti Michelle

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro tratou de colocar mais lenha na fogueira da brigada de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, com a madastra Michelle Bolsonaro, a quem fez severos ataques. Ele compartilhou “dossiê” contra ela produzido por um certo Kim Paim, pessoas que faz parte da tropa de choque de Eduardo junto com Allan dos Santos e Paulo Figueiredo.
Sossega o facho
Eles estão sob o comando do condenado Eduardo e fazem qualquer coisa que ele ordene, especialmente massacrar Michelle. Flávio agora tem um problema a mais. Para que o pedido de desculpas a Michelle soe verdadeiro, terá de mandar o irmão sossegar o facho.
Pivô da crise no clã

Ciro Gomes evitou comentar a crise entre Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, aberta após a ex-primeira-dama criticar a articulação do PL no Ceará. Apontado como pivô do atrito interno na direita, o ex-ministro disse que não assistiu ao vídeo de Michelle e afirmou que não pretende ver a gravação.
É muito…
“Eu juro para você que eu não vi o vídeo. 27 minutos. E não vou ver, né?”, declarou Ciro ao ser questionado sobre a fala da ex-primeira-dama.
Mulher na vice
A campanha do senador Flávio Bolsonaro passou a tentar conter os efeitos da crise aberta por Michelle Bolsonaro. Aliados do PL apostam no anúncio de uma mulher para a vaga de vice como forma de reduzir desgaste no eleitorado feminino.
Fraude da Americanas

A Polícia Federal passou a investigar a possível participação de executivos ligados a Itaú, Bradesco e Santander no esquema de fraude contábil que levou as Lojas Americanas a revelar um rombo bilionário em seus balanços.
Operação Disclosure
A apuração integra a segunda fase da Operação Disclosure, conforme noticiou a coluna, deflagrada na quinta-feira (25), e ampliou o foco das investigações para além da antiga diretoria da varejista. A PF busca esclarecer se representantes das instituições financeiras conheciam irregularidades em operações de risco sacado e se essas operações ajudaram a ocultar o real endividamento da companhia.
Carla Zambelli

O governo Lula quer porque quer trazer de volta ao Brasil a ex-deputada federal Carla Zambelli e apresentou ontem nova manifestação à Justiça italiana para tentar extraditá-la. Agora no processo ligado à condenação pelo episódio em que ela sacou e apontou uma arma para um homem na véspera do segundo turno das eleições de 2022.
Última instância
O pedido chegou à Corte de Cassação da Itália, última instância do Judiciário italiano, no âmbito da condenação por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. O Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento desse caso em agosto de 2025.
Negócios de Neymar

Vinhos milionários
No setor de vinhos, a família lançou a Le Prince em parceria com a holding JLX. As garrafas começam em R$ 59,90 e chegam a R$ 50 mil. Antes do lançamento, a marca vendeu antecipadamente 300 mil unidades. A expectativa divulgada pela própria empresa aponta faturamento de R$ 25 milhões no início da operação e de R$ 100 milhões até o fim do ano, com mais de quatro milhões de rótulos comercializados.
Marca Pelé
Outro movimento relevante envolve a marca Pelé. A NR Sports, empresa dos pais de Neymar, oficializou a compra da marca em 2025 após negociação com a Sport 10, agência norte-americana que detinha os direitos de exploração de produtos ligados a Edson Arantes do Nascimento. O valor total do negócio, com impostos e outros gastos, girou em torno de US$ 8 milhões, cerca de R$ 42 milhões.
Prepare-se para o frio

Perigo potencial
Estados do Sul correm potencial perigo para geadas. Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde as temperaturas normalmente são altas, o frio está batendo os 8 graus na madrugada e média de 20 durante o dia.
Teresa assume
A senadora Teresa Leitão (PT-PE) assumiu a liderança do governo Lula (PT) no Senado, após a renúncia de Jaques Wagner, investigado de envolvimento no caso Master. Ela pega o cargo em um momento de forte pressão política para destravar pautas de interesse do Planalto, conter projetos com alto impacto fiscal e recompor a interlocução com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Calendário apertado
A nova líder do governo no Senado terá de atuar em meio a um calendário apertado, à proximidade das eleições e ao desgaste entre o governo e a cúpula do Senado. Eleita em 2022, Teresa Leitão preside atualmente a Comissão de Educação e Cultura do Senado.
Wellington Fagundes

A pré-candidatura de Wellington Fagundes ao governo de Mato Grosso vive uma situação curiosa: o senador é o nome formal do PL, tem o aval público da direção nacional do partido e foi apresentado por Flávio Bolsonaro como o candidato oficial da sigla no Estado. Ainda assim, precisa reafirmar quase diariamente que será, de fato, o candidato do bolsonarismo ao Palácio Paiaguás.
Movimento paralelo
A razão está no movimento paralelo do governador Otaviano Pivetta. Filiado ao Republicanos, Pivetta – com o comprometimento do ex-governador Mauro Mendes – tenta ocupar parte do mesmo território político. Tem declarado apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e passou a exibir, em público, adesões de prefeitos e lideranças do próprio PL à sua pré-candidatura à reeleição.
Decantada liderança
Nos últimos dias, o Palácio Paiaguás ganhou o apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, e do prefeito de Campo Novo do Parecis, Edilson Piaia, ambos do PL. Pivetta também passou a dizer que espera novas adesões dentro da legenda de Wellington e tem provocado o rival de todas as formas possível, desgastando a decantada liderança.
FRASE DO DIA
“A Michelle [Bolsonaro] tem um preço para nós, o que ela fez pelo PL, mulher no Brasil não tem preço”.
Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.



















