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Bastidores do Poder

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Dossiê anti Michelle

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro tratou de colocar mais lenha na fogueira da brigada de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, com a madastra Michelle Bolsonaro, a quem fez severos ataques. Ele compartilhou “dossiê” contra ela produzido por um certo Kim Paim, pessoas que faz parte da tropa de choque de Eduardo junto com Allan dos Santos e Paulo Figueiredo.

Sossega o facho

Eles estão sob o comando do condenado Eduardo e fazem qualquer coisa que ele ordene, especialmente massacrar Michelle. Flávio agora tem um problema a mais. Para que o pedido de desculpas a Michelle soe verdadeiro, terá de mandar o irmão sossegar o facho.

Ciro Gomes evitou comentar a crise entre Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, aberta após a ex-primeira-dama criticar a articulação do PL no Ceará. Apontado como pivô do atrito interno na direita, o ex-ministro disse que não assistiu ao vídeo de Michelle e afirmou que não pretende ver a gravação.

É muito…

“Eu juro para você que eu não vi o vídeo. 27 minutos. E não vou ver, né?”, declarou Ciro ao ser questionado sobre a fala da ex-primeira-dama.

A família Neymar ampliou seus negócios para além dos contratos ligados ao futebol e passou a atuar em áreas como vinhos, imóveis de luxo, suplementos, alimentação, entretenimento e licenciamento de marcas. Entre os empreendimentos listados estão a marca de vinhos Le Prince, a participação na Furia FC, a compra da marca Pelé, produtos criados por Davi Lucca, além de projetos comerciais em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
Vinhos milionários

No setor de vinhos, a família lançou a Le Prince em parceria com a holding JLX. As garrafas começam em R$ 59,90 e chegam a R$ 50 mil. Antes do lançamento, a marca vendeu antecipadamente 300 mil unidades. A expectativa divulgada pela própria empresa aponta faturamento de R$ 25 milhões no início da operação e de R$ 100 milhões até o fim do ano, com mais de quatro milhões de rótulos comercializados.

Marca Pelé

Outro movimento relevante envolve a marca Pelé. A NR Sports, empresa dos pais de Neymar, oficializou a compra da marca em 2025 após negociação com a Sport 10, agência norte-americana que detinha os direitos de exploração de produtos ligados a Edson Arantes do Nascimento. O valor total do negócio, com impostos e outros gastos, girou em torno de US$ 8 milhões, cerca de R$ 42 milhões.

Prepare-se para o frio

O último fim de semana de junho deve começar com frio intenso no Sul do Brasil, chuva em áreas do Sudeste e risco de temporais em vários estados do Nordeste. A massa de ar polar que derrubou as temperaturas nos últimos dias ainda mantém madrugadas geladas e favorece a formação de geada nesta sexta-feira (26), mas deve perder força gradualmente ao longo do sábado (27).
Perigo potencial

Estados do Sul correm potencial perigo para geadas. Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde as temperaturas normalmente são altas, o frio está batendo os 8 graus na madrugada e média de 20 durante o dia.

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Teresa assume

A senadora Teresa Leitão (PT-PE) assumiu a liderança do governo Lula (PT) no Senado, após a renúncia de Jaques Wagner, investigado de envolvimento no caso Master. Ela pega o cargo em um momento de forte pressão política para destravar pautas de interesse do Planalto, conter projetos com alto impacto fiscal e recompor a interlocução com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Calendário apertado

A nova líder do governo no Senado terá de atuar em meio a um calendário apertado, à proximidade das eleições e ao desgaste entre o governo e a cúpula do Senado. Eleita em 2022, Teresa Leitão preside atualmente a Comissão de Educação e Cultura do Senado.

Wellington Fagundes

A pré-candidatura de Wellington Fagundes ao governo de Mato Grosso vive uma situação curiosa: o senador é o nome formal do PL, tem o aval público da direção nacional do partido e foi apresentado por Flávio Bolsonaro como o candidato oficial da sigla no Estado. Ainda assim, precisa reafirmar quase diariamente que será, de fato, o candidato do bolsonarismo ao Palácio Paiaguás.

Movimento paralelo

A razão está no movimento paralelo do governador Otaviano Pivetta. Filiado ao Republicanos, Pivetta – com o comprometimento do ex-governador Mauro Mendes – tenta ocupar parte do mesmo território político. Tem declarado apoio a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e passou a exibir, em público, adesões de prefeitos e lideranças do próprio PL à sua pré-candidatura à reeleição.

Decantada liderança

Nos últimos dias, o Palácio Paiaguás ganhou o apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, e do prefeito de Campo Novo do Parecis, Edilson Piaia, ambos do PL. Pivetta também passou a dizer que espera novas adesões dentro da legenda de Wellington e tem provocado o rival de todas as formas possível, desgastando a decantada liderança.

FRASE DO DIA

“A Michelle [Bolsonaro] tem um preço para nós, o que ela fez pelo PL, mulher no Brasil não tem preço”.

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

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