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Análise: Lula aproveita G7 para amarrar discurso eleitoral

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O roteiro é o da figura de um estadista que tem acesso e é recebido pelos principais líderes mundiais e diz na cara deles o que só ele tem coragem de fazer na defesa pela soberania do Brasil

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fecha participação no G7 na Europa amarrando discurso eleitoral. Lula foi ao encontro para produzir material de campanha para as eleições.

E volta para o Brasil com farto material.

O roteiro é o da figura de um estadista que tem acesso e é recebido pelos principais líderes mundiais e diz na cara deles o que só ele tem coragem de fazer na defesa pela soberania do Brasil e contra o neoliberalismo – termo já anacrônico.

A estratégia do Palácio do Planalto é que Lula se posicione como o candidato antisistema, tirando dos Bolsonaro mais essa bandeira.

A vantagem do presidente nas pesquisas eleitorais parece dar conforto aos marketeiros para que Lula exagere na mensagem, naquele modo de “se fazer o diabo” para ganhar eleição.

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O presidente americano, Donald Trump, que dividiu a foto da familia com Lula, foi de um abraço no corredor a dizer que a situação política no Brasil é perigosa, além de confundir os Bolsonaro ao comentar que soube da condenação à prisão do Bolsonaro “júnior”.

Ao que Lula respondeu: não se metam com as nossas eleições. Certamente, a frase final do filmete de campanha que vai rodar assim que o jogo oficial começar.

 

Por Thais Herédia / Blog | CNN

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