PL se organiza com presença nacional
O deputado federal Daniel Freitas promoveu uma reunião com a presença de Carlos Bolsonaro, reforçando a articulação do PL em Santa Catarina. O encontro teve caráter estratégico, mirando alinhamento político e fortalecimento do grupo no estado. A presença de Carlos indica envolvimento direto do núcleo bolsonarista na construção local para 2026.
MDB adia decisão e amplia tensão interna
A reunião convocada pelo governador Jorginho Mello com prefeitos do MDB foi remarcada, mas segue sendo tratada como movimento decisivo. Nos bastidores, cresce a leitura de que o partido pode chegar à convenção sem unidade, com base e direção em caminhos distintos.
Dificuldade de vice expõe fragilidade
A falta de um nome consolidado para compor como vice na chapa de João Rodrigues continua repercutindo. Lideranças evitam assumir a posição, o que reforça dúvidas sobre a consistência da aliança em construção. O tema já é tratado como um dos primeiros testes reais da viabilidade do projeto.
Progressistas mantém ruído interno
O movimento do senador Esperidião Amin segue gerando desconforto dentro do partido. Parte da base mantém alinhamento com o governo, enquanto a liderança atua em outra direção. O impasse permanece sem solução clara.
Governo aposta em agenda e articulação
Sem entrar no confronto direto, o governo estadual mantém foco em agenda administrativa e aproximação com lideranças locais. A estratégia segue baseada em presença institucional e construção de base, com pouco envolvimento em embates públicos.
Esquerda busca consistência na montagem
A movimentação liderada por Gelson Merisio com apoio de Décio Lima e outros nomes segue em fase de consolidação. A prioridade é evitar dispersão e construir uma chapa minimamente competitiva no estado.
Senado segue indefinido
A disputa ao Senado permanece aberta, com múltiplos nomes no mesmo campo político e ausência de coordenação entre partidos. O cenário mantém travadas decisões maiores e amplia a imprevisibilidade da eleição.
PONTO DE VISTA
O cenário político catarinense começa a ganhar contornos mais objetivos. Menos discurso e mais sinais concretos. Reuniões, ausências, adiamentos e articulações passam a dizer mais do que declarações públicas. Quem conseguir transformar movimento em estrutura sai na frente. Quem permanecer apenas no discurso tende a perder espaço conforme o jogo avança.




























